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Imunização

Drive-thru da vacina segue com movimento baixo, no Mogilar

Situação causa estranhamento ao Conselho Municipal do Idoso, que afirmou que até o final da manhã desta sexta-feira, apenas 70 doses tinham sido aplicadas. Pessoas de 72 anos ainda podem receber a vacina no local.

Larissa RodriguesPublicado em 26/03/2021 às 13:02Atualizado há 2 meses
Espaço montado no Pró-Hiper teve movimento baixo ontem e hoje / Divulgação - Juraci Fernandes

Antes mesmo dos portões do Pró-Hiper, no Mogilar, abrirem a vice-presidente do Conselho Municipal do Idoso, Juraci Fernandes, já estava por lá acompanhando o movimento no drive-thru das vacinas montado no local. Nesta sexta-feira (26), o público-alvo da imunização contra a Covid-19 são os idosos de 72 anos ou mais e a segunda dose para as pessoas que receberam a primeira dose entre os dias 1º e 5 de março, da vacina do Butantan. Os carros, entretanto, eram poucos no lugar. Até o final da manhã de hoje, apenas 70 doses tinham sido aplicadas.

“É uma situação muito estranha. Nós não queremos que tenham aquelas filas enormes e lutamos para que isso não fosse mais formado. Mas o que está acontecendo é que as pessoas não estão vindo. Então, deixo aqui meu apelo para que as pessoas que fazem parte do cronograma de hoje venham ao Pró-Hiper”, disse Juraci.

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Ontem (25), o movimento já era mais baixo, mas o atendimento também foi mais eficiente. Juraci diz que, inicialmente, o problema estava no cadastro, que era mais demorado e atrasava ainda mais as grandes filas que vinham se formado. Mas, agora, ela está preocupada com a baixa adesão.

A vice-presidente do Conselho faz ainda outros alertas a respeito da imunização. Na pequena fila que se formava no início da manhã, ela diz ter conversado com muitos idosos de 69 anos, que foram tomar a primeira dose. Ela explica que, ao se vacinar no site Vacina Já, essas pessoas recebem mensagens de acordo com o cronograma da Capital, o que pode ser diferente da programação de Mogi. Por isso, é importante ficar atento às informações oficiais da Prefeitura.

“Além disso, eu ainda tenho recebido vídeos mostrando que a vacina não está sendo realmente dada. Seguindo as recomendações da OMS, as pessoas precisam ficar atentas às seringas. O cidadão precisa exigir que o líquido seja tirado na frente dele, que ele veja na seringa cheia e depois vazia. A seringa não pode vir pronta, senão, infelizmente, a pessoa corre o risco de tomar soro e não a vacina”, ressalta.

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