Taxa de furtos em Mogi cresce 28,5% quando comparada ao primeiro trimestre de 2021
Começando o ano com uma diminuição relevante nos índices de criminalidades, em janeiro, Mogi das Cruzes demonstrou uma redução nos números de parte dos delitos registrados na cidade, principalmente se comparados com janeiro de 2021. Já o balanço desses índices do primeiro trimestre de 2022 revelam um aumento significativo nos números de furtos e casos […]
26/04/2022 14h14, Atualizado há 52 meses
Começando o ano com uma diminuição relevante nos índices de criminalidades, em janeiro, Mogi das Cruzes demonstrou uma redução nos números de parte dos delitos registrados na cidade, principalmente se comparados com janeiro de 2021.
Já o balanço desses índices do primeiro trimestre de 2022 revelam um aumento significativo nos números de furtos e casos de estupros comparados com o mesmo período do ano passado.
De janeiro até março deste ano nota-se um crescimento gradativo nos registros de furtos da cidade, tendo no último mês o maior indicativo, com 418 registros. Ao todo, no primeiro semestre de 2022, a soma é de 1.005 ocorrências.
No primeiro semestre de 2021 os dados apontam o total de 782 furtos, revelando um aumento de 28,5% nesses índices.
A taxa de casos de estupros em Mogi também aumentou comparado com 2021. Nos três primeiros meses a cidade registrou oito casos e no mesmo período no último ano houve 3 ocorrências, todas apenas no mês de janeiro.
Em compensação, os casos de estupros de vulneráveis caiu 60,5%, mais da metade, em relação a 2021, que teve o registro de 38 ocorrências no primeiro trimestre. Esse ano, o total de casos registrados desses delitos foi 15.
A taxa de homicídios e roubos é um dos índices que apontaram queda de 2021 a 2022. No ano passado, Mogi registrou nos três primeiros meses do ano, oito homicídios, tendo uma queda para cinco delitos neste ano.
Já com relação aos índices de roubos na cidade houve uma queda pequena, mas importante, de 9,6% de um ano para o outro. Foram 321 casos no primeiro trimestre de 2021 para 290 nesses três primeiros meses.
Grande SP
A região metropolitana de São Paulo terminou o mês de março com importantes resultados. A quantidade de casos e vítimas de homicídios dolosos e latrocínios foi a menor em 22 anos, assim como as taxas de mortes intencionais. Os roubos de carga também recuaram no período e os roubos a banco permaneceram estáveis. Assim como tem ocorrido desde 2015, não houve registro de extorsões mediante sequestro e o número de prisões aumentou.
Os casos de homicídios dolosos permaneceram estáveis no mês passado com 45 registros. A quantidade de vítimas deste crime, por sua vez, caiu 4,2% em comparação com março de 2021 – passou de 48 para 46. Os dois totais são os menores da série histórica, iniciada em 2001.