Tecnologia ajuda a flagrar caminhoneiro que passou 418 vezes sem pagar pedágio na Ayrton Senna
Foram as câmeras de monitoramento que permitiram a identificação da placa do caminhão usado por um motorista que passou pela praça do pedágio da rodovia Ayrton Senna, em Itaquaquecetuba, 418 vezes sem pagar pela tarifa. O sistema captou os números da placa e uma operação conjunta entre a Ecopistas, a Polícia Militar Rodoviária, DER (Departamento […]
28/09/2021 14h35, Atualizado há 59 meses
Foram as câmeras de monitoramento que permitiram a identificação da placa do caminhão usado por um motorista que passou pela praça do pedágio da rodovia Ayrton Senna, em Itaquaquecetuba, 418 vezes sem pagar pela tarifa.
O sistema captou os números da placa e uma operação conjunta entre a Ecopistas, a Polícia Militar Rodoviária, DER (Departamento de Estradas de Rodagem) e ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) de combate à evasão de pedágio conseguiu identitficar o infrator que responderá pelo delito.
Em uma das imagens liberadas sobre o modo de agir do motorista, que foi detido em flagrante, é possível acompanhar a passagem pela cancela, que permanece aberta. Danificada, ela não fecha mais, e os demais motoristas passam sem que o equipamento volta a abaixar (veja matéria com vídeo)
Em nota sobre o assunto, a Ecopistas afirma que além de criminosa, a prática coloca em risco de acidente os demais veículos da rodovia.
Segundo a concessionária, o caminhão abordado cometeu 418 evasões no período entre janeiro de 2020 e setembro de 2021, gerando um valor de R$7.713 de dívida.
A identificação do infrator foi possível com o uso de equipamentos instalados na praça de pedágio como câmeras que fazem a leitura da placa do veículo por meio de identificação automática de caracteres (OCR).
Quando isso ocorre, as informações são repassadas pela concessionária à polícia que, nese caso, realizou a prisão do motorista em flagrante.
A O Diário, a Polícia Rodoviária havia estimado que a irregularidade poderia resultar em multas estimadas em até R$ 50 mil.
Apesar de haver sido liberado, o motorista deverá responder por um inquérito sobre a prática ilegal na Justiça e também pagar pelas tarifas não pagas.