Vídeo mostra funcionário levando vassourada de patrão em Mogi
Uma câmera de monitoramento flagrou o momento em que um ajudante geral, de 52 anos, é agredido pelo patrão, em Mogi das Cruzes. O caso aconteceu na quinta-feira (16) na Caricas Motos, na rua Navajas. Segundo o ajudante, Paulo Henrique de Sousa Patrício, ele sempre teve boa relação com o chefe, em seis meses que […]
20/09/2021 10h53, Atualizado há 59 meses
Uma câmera de monitoramento flagrou o momento em que um ajudante geral, de 52 anos, é agredido pelo patrão, em Mogi das Cruzes.
O caso aconteceu na quinta-feira (16) na Caricas Motos, na rua Navajas. Segundo o ajudante, Paulo Henrique de Sousa Patrício, ele sempre teve boa relação com o chefe, em seis meses que trabalha no local sem registro em carteira.
Entretanto, há alguns dias, o dono da loja, Jean Carlos Rodrigues Diogo, mudou a relação com ele.
“No dia da agressão, ele estava nervoso porque queria que eu tivesse mentido para o dono do ponto, porque ele disse que estava ruim, mal tinha lavado carros e eu não confirmei, disse que tinham sido lavados 21 carros aquele dia. Aí depois ele começou a falar mal do antigo sócio dele pra mim, mas eu não gosto dessas coisas, e falei que então ele fosse falar para o cara. Aí ele me agrediu”, conta.
Paulo buscou atendimento médico e depois foi até o 1º DP de Mogi, onde registrou um boletim de ocorrência sobre lesão corporal.
Veja na íntegra a nota divulgada por Jean:
“As vias de fatos ocorreu por outro motivo. A uns 15 dias ele foi advertido verbalmente porque chamou um prestador de serviços de polimento, de macaco. Indagado ele disse, “isso mesmo o cara é um macaco”! No dia dos fatos Paulo teria sido demitido duas horas antes, mesmo assim não foi embora e ficou no local ameaçando e xingando o tempo todo. Não registrou o empregado porque a atividade já iniciou durante a pandemia, e para quem não se recorda, o Governador Doria não permitiu a abertura de escritórios de contabilidade. Paulo aceitou essa condição de ser registrado após contando com registro desde o início das atividades.
Paulo é muito agressivo e ameaçou me esfaquear. Ele conta com diversas passagem na polícia por agressão, inclusive, três “maria da Penha””