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Polícia investiga caso de estupro de vulnerável em Biritiba Mirim

Vítima tem cinco anos e deu entrada no Pronto Atendimento Municipal com dores nas partes íntimas

Por Geovanna Albuquerque
14/08/2025 11h16, Atualizado há 9 meses

Caso foi registrado na delegacia de Biritiba Mirim | Foto: reprodução/Google Street View

A Polícia Civil investiga um caso de estupro de vulnerável contra uma criança de cinco anos em Biritiba Mirim. A suspeita, segundo relatado, é que o crime teria ocorrido na segunda-feira (11/8) no parquinho de uma escola municipal, entretanto, em nota, a prefeitura da cidade afirma que as imagens capturadas pelas câmeras de segurança da unidade mostram que a “aluna esteve sempre acompanhada, sem qualquer comportamento ou situação que despertasse suspeita”.

“De acordo com o registro, a criança foi entregue pelo pai à escola às 12h49, em perfeitas condições, e retirada pela mãe às 16h40, apresentando comportamento absolutamente normal. Ao deixar a unidade, não demonstrava sinais de dor, trauma ou desconforto”, escreveu a administração municipal.

A vítima foi levada pela família ao Pronto Atendimento Municipal após relatar dores nas partes íntimas. Ela recebeu atendimento médico na unidade por volta das 19h40.

O caso foi registrado na delegacia de Biritiba Mirim como estupro de vulnerável. A prefeitura informou que as imagens das câmeras de segurança da unidade escolar estão à disposição da Justiça.

Confira a nota da prefeitura na íntegra:

“A Prefeitura informa que todas as escolas da rede pública municipal contam com câmeras de monitoramento em áreas internas e externas, garantindo registro integral da rotina escolar. As imagens da última segunda-feira, já analisadas pela Secretaria Municipal de Educação, comprovam que a aluna em questão esteve sempre acompanhada, sem qualquer comportamento ou situação que despertasse suspeita.

De acordo com o registro, a criança foi entregue pelo pai à escola às 12h49, em perfeitas condições, e retirada pela mãe às 16h40, apresentando comportamento absolutamente normal. Ao deixar a unidade, não demonstrava sinais de dor, trauma ou desconforto.

Ela deu entrada no  Pronto Atendimento Municipal  apenas às 19h48 , quase três horas após a saída da escola, intervalo que não possui relação com a permanência da menor no ambiente escolar.
O caso é acompanhado de forma integrada pelas Secretarias de Saúde, Educação e Assistência Social, pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e pelo Conselho Tutelar. Todas as imagens já estão à disposição da Justiça”.

  • Geovanna Albuquerque é estagiária e escreveu esta matéria sob supervisão da Edição de O Diário

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