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Operação em Suzano fecha clínicas de reabilitação por irregularidades

Vigilância Sanitária encontrou alimentos vencidos, remédios e determinou a interdição de cinco clínicas; neste ano, cinco pessoas morreram em comunidades terapêuticas da cidade

Por Ana Lívia Terribille
18/09/2025 19h05, Atualizado há 7 meses

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Operação foi realizada nesta quinta-feira (18), com apoio da Polícia Militar | Foto: Ana Lívia Terribille

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Policiais do 32° BPM/M | Foto: Divulgação

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Policiais do 32° BPM/M | Foto: Divulgação

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Policiais do 32° BPM/M | Foto: Divulgação

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Policiais do 32° BPM/M | Foto: Divulgação

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Policiais do 32° BPM/M | Foto: Divulgação

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Major William, responsável pelo 32° BPM/M | Foto: Divulgação

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Operação foi realizada nesta quinta-feira (18), com apoio da Polícia Militar | Foto: Ana Lívia Terribille

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Operação foi realizada nesta quinta-feira (18), com apoio da Polícia Militar | Foto: Ana Lívia Terribille

Operação foi realizada nesta quinta-feira (18), com apoio da Polícia Militar | Foto: Ana Lívia Terribille

A Vigilância Sanitária, com apoio da Polícia Militar (PM), da Guarda Civil Municipal (GCM) e da Fiscalização de Posturas realizou, nesta quinta-feira (18), uma operação em clínicas de reabilitação de dependentes químicos em Suzano. O Diário acompanhou a ação, que resultou na interdição de cinco clínicas. Outras duas já estavam fechadas, uma funcionava de forma parcial e outra não foi localizada.

Assista:

Segundo o balanço da operação, foram apreendidos mais de 10 mil comprimidos, 78 maços de cigarros contrabandeados do Paraguai e 174 kg de alimentos vencidos ou impróprios para consumo, que foram inutilizados. Entre outros problemas identificados também estavam documentação incompleta.

Além das apreensões, a PM cumpriu um mandado de prisão no bairro Jardim Casa Branca. Um homem, procurado pela Justiça, foi localizado em uma das clínicas de reabilitação e conduzido ao Departamento Central de Suzano. A informação foi divulgada há pouco pela corporação.

A medida impede que os estabelecimentos irregulares continuem funcionando, enquanto os responsáveis devem regularizar as instalações e organizar a transferência segura dos internos.

Segundo a PM, a operação, comandada pelo major William, responsável pelo 32º BPM/M, foi motivada por denúncias de que clínicas irregulares vêm se espalhando pela região. Somente neste ano, cinco mortes foram registradas em comunidades terapêuticas de Suzano, o que reforça a necessidade de fiscalização.

Ao todo, nove imóveis foram vistoriados, localizados na Rua Francisco Gomes de Moraes, Rua Nove, Rua Doze de Abril, Rua Geraldo Xavier, Rua Quatorze, Rua Goiabeira, Rua Guilherme Garijo, Rua Mizukami e Rua Caminho das Lavras. A operação segue monitorando o cumprimento das normas, e novas medidas poderão ser adotadas caso as irregularidades persistam.

Mortes em comunidades terapêuticas de Suzano

Ao longo deste ano, pelo menos cinco mortes foram registradas dentro de comunidades terapêuticas em Suzano. Os casos, que ocorreram em diferentes bairros da cidade, envolvem situações de violência, falhas em procedimentos de contenção e problemas de saúde.

O primeiro episódio aconteceu em 1º de janeiro, no Jardim Brasil. Um interno foi morto após ser atingido na cabeça por uma peça de ferro durante um conflito entre acolhidos. O autor foi preso em flagrante.

Na mesma data, em outro centro da cidade, no bairro Chácaras São Judas Tadeu, uma invasão terminou com dois internos mortos a tiros.

Meses depois, em 14 de março, no Parque Heroísmo, um paciente morreu após ser contido por uma funcionária. O caso está sob investigação para apurar eventuais responsabilidades.

Em 21 de julho, outro óbito foi registrado em uma clínica, na Chácaras Bonanza. Um interno sofreu um mal súbito e não resistiu. O local já havia registrado mortes anteriores, em 2022 e 2024.

Poucas semanas depois, em 11 de agosto, no Jardim São Marcos (Estância Americana), um interno foi encontrado morto com um cordão no pescoço. No dia seguinte, outro acolhido tentou se enforcar no mesmo espaço.

  • Matéria atualizada às 21:30

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