Instituto ‘Bust a Move’, em Mogi das Cruzes, abre inscrições para curso gratuito de fotografia
Para participar, os interessados devem se inscrever pelo WhatsApp do instituto; primeiro encontro será realizado neste sábado (14)
12/03/2026 10h28, Atualizado há 1 mês
Ao todo, serão 30 horas de atividades | Foto: Divulgação
Mogi das Cruzes recebe, a partir deste sábado (14), um curso gratuito de fotografia com oficinas sobre técnicas analógicas e digitais. As atividades serão realizadas no Instituto Bust a Move, na Vila Brasileira.
O curso é voltado para crianças, jovens e adultos a partir de 8 anos, sem necessidade de experiência prévia. Cada oficina terá 20 vagas.
Ao todo, serão 30 horas de atividades, distribuídas em cinco encontros aos sábados: 14, 21 e 28 de março, além de 11 e 18 de abril, sempre às 10h. Para participar, os interessados devem se inscrever pelo WhatsApp do Instituto Bust a Move, no número (11) 94249-8684.
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A programação inclui oficinas de cianotipia, câmera escura, construção de câmera pinhole e fotografia digital básica, além de um workshop de fotografia de rua. Durante as atividades, os participantes poderão conhecer técnicas históricas da área e experimentar diferentes formas de produzir imagens.
A iniciativa faz parte do projeto “Câmera-Olho: como tudo começou?”, que apresenta a evolução da fotografia, desde os primeiros processos analógicos até as práticas digitais.
Ao final das oficinas, será realizada uma exposição gratuita com trabalhos produzidos pelos participantes.
Início do projeto
O projeto surgiu da parceria entre as artistas visuais Amanda Silva e Beatriz Ataidio. As duas cresceram em bairros afastados do centro de Mogi das Cruzes e enfrentaram a falta de formação em artes visuais na região, precisando buscar cursos na capital. A proposta busca ampliar o acesso à fotografia em territórios descentralizados, especialmente na Vila Brasileira, onde o Instituto Bust a Move é reconhecido como um espaço de resistência cultural.
Fundado em 2015, o instituto oferece aulas gratuitas de dança e atende atualmente cerca de 90 alunos por mês. O local é considerado o único equipamento cultural do bairro e do entorno.