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Pagando a conta

“O aumento do preço da gasolina é a fatura que chega!”

Por Laerte Silva
14/03/2026 10h31, Atualizado há 1 mês

Posto de combustível | Rovena Rosa/Agência Brasil

O conflito entre Irã e Estados Unidos e Israel tomaram proporções além das ideologias e arrastaram para a guerra outras nações do Oriente Médio. Não há data para isso acabar, com os dois lados declarando firmeza de propósitos bélicos.

A paz está longe, o Líbano que o diga, e a economia mundial desestruturada é o que o Irã parece perseguir.  O caos instalado será sua moeda para pressionar os países vizinhos, que têm bases militares americanas, a forçar os EUA a colocar fim ao conflito, principalmente deixando de usar seu território.  Se não cederem, sofrerão ataques, como já vem acontecendo.

Com o preço do petróleo subindo mundo afora e, com o bloqueio do Irã na rota de escoamento da produção no estreito de Ormuz, a expectativa é que o abastecimento global tenha um colapso e vá afetando as nações.

Muito embora isso não traga uma consequência direta ao Brasil – não por enquanto – por tabela, a continuidade do conflito vai desequilibrar o comércio de petróleo. As refinarias, cedo ou tarde, terão o produto mais caro.

Na imprensa, algumas reportagens deram conta do aumento do preço da gasolina nas bombas em alguns lugares de nosso país, um oportunismo neste momento e que revela a sanha de ganhar dinheiro com base no caos do conflito armado.

O fato é que a guerra no Oriente Médio desencadeou uma preocupação – para dizer o mínimo – que fará aumentar o preço dos combustíveis, do frete, etc. Isso é a fatura chegando para todos nós, além de comportamentos gananciosos do mercado.

As opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade exclusiva do autor e não refletem necessariamente a posição editorial do jornal.

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