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4 benefícios da prática do tênis para o corpo humano

Os esportes de raquete, como o tênis, combinam movimentos intensos e estratégicos que exigem ação constante do corpo inteiro. Durante uma partida, o organismo é desafiado por arrancadas rápidas, trocas de direção e períodos de esforço intercalados, estimulando músculos que muitas vezes passam despercebidos no dia a dia, mas que são essenciais para equilíbrio, força […]

Por Edicase Conteúdo
19/05/2026 16h00, Atualizado há 2 horas

Os esportes de raquete, como o tênis, combinam movimentos intensos e estratégicos que exigem ação constante do corpo inteiro. Durante uma partida, o organismo é desafiado por arrancadas rápidas, trocas de direção e períodos de esforço intercalados, estimulando músculos que muitas vezes passam despercebidos no dia a dia, mas que são essenciais para equilíbrio, força e longevidade. Essa dinâmica também favorece o condicionamento cardiovascular, a agilidade, os reflexos e a coordenação visual.

Não à toa, o tênis vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil. De acordo com a Confederação Brasileira de Tênis (CBT), a modalidade conta com cerca de dois milhões de praticantes e quase seis milhões de fãs no país.

Segundo Felipe Garcia, professor de educação física e franqueado da Fast Tennis, rede de quadras de tênis, a modalidade se destaca pelo componente social, importante para a redução dos hormônios do estresse, além de permitir um alto gasto calórico de forma mais leve, o que explica sua popularidade crescente. “Em uma hora de tênis, por exemplo, você percorre quilômetros em picos de alta intensidade sem perceber o cansaço da mesma forma que perceberia na esteira. É possível transformar o processo em diversão”, ressalta.

Neste sentido, o profissional aponta quatro benefícios que o tênis proporciona para o corpo humano. Confira!

1. Alta definição muscular na região abdominal

É possível ter abdômen definido enquanto se diverte. “Como o tênis exige que você gire o tronco com força para golpear a bola e recupere o equilíbrio logo em seguida, o seu core — conjunto de músculos da região central do corpo — é acionado em todas as direções. Essa ativação em 360 graus trabalha os músculos de forma dinâmica e explosiva, entregando definição como consequência direta da sua performance no jogo”, pontua Felipe Garcia.

2. Ativação da musculatura glútea

No tênis, é possível acordar partes do músculo que raramente são exigidas. “A postura de pernas flexionadas e as constantes corridas laterais ajudam a deixar o glúteo mais firme e com uma circunferência mais arredondada. Além do ganho estético, essa dinâmica constrói um quadril muito mais forte, já que trabalha a estabilidade lateral de forma contínua durante toda a partida”, afirma.

Uma mulher jogando tênis em uma quadra azul ao ar livre em um dia ensolarado de céu limpo. Ela está no meio do movimento de um golpe de esquerda (backhand) com as duas mãos, olhando para a frente com uma expressão focada. A jogadora veste roupas pretas (blusa e short-saia), boné preto, meias brancas e tênis verde-limão chamativos. Ao fundo, há uma cerca de tela alta e, atrás dela, algumas árvores e construções baixas de tijolos. A foto foi tirada de um ângulo baixo, dando destaque à atleta contra o céu azul.
A prática do tênis fortalece pernas, panturrilhas e músculos estabilizadores do corpo (Imagem: Dewald Kirsten | Shutterstock)

3. Fortalecimento da perna

Os membros inferiores desempenham um papel fundamental no desenvolvimento e fortalecimento corporal. “O tênis exige saltos e paradas laterais bruscas que dão um verdadeiro upgrade nos músculos estabilizadores. Essa dinâmica fortalece desde os pequenos tecidos dos pés até a panturrilha, criando uma base ultraresistente que não só melhora a estética, mas potencializa sua performance em qualquer outra atividade física”, ressalta.

4. Musculatura do antebraço desenvolvida

Tentar controlar uma raquete e acertar uma bola pode render músculos surpreendentes. “A energia para rebater a bola reconstrói seus músculos de um jeito muito denso e resistente, já que exige uma contração contínua desde os dedos até os ombros. O resultado é um braço muito mais tonificado e funcional, ganhando definição por meio da precisão e do controle, e não apenas da carga bruta”, finaliza Felipe Garcia.

Por Lyzie Vitorino

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