Clássicos reinventados: 7 cores de esmalte que prometem dominar o outono/inverno 2026
Os esmaltes clássicos seguem em alta no outono/inverno 2026, mas com uma proposta bem diferente das temporadas anteriores. Em vez das versões tradicionais e previsíveis, a estação aposta em tonalidades repaginadas, mais sofisticadas e cheias de personalidade, acompanhando o desejo das consumidoras por cores versáteis, que vão bem com tudo, porém mais atuais e interessantes. […]
29/05/2026 17h00, Atualizado há 1 hora
Os esmaltes clássicos seguem em alta no outono/inverno 2026, mas com uma proposta bem diferente das temporadas anteriores. Em vez das versões tradicionais e previsíveis, a estação aposta em tonalidades repaginadas, mais sofisticadas e cheias de personalidade, acompanhando o desejo das consumidoras por cores versáteis, que vão bem com tudo, porém mais atuais e interessantes.
Segundo a educadora e mentora de manicures e instrutora do Instituto Embelleze, Carol Lucena, a principal tendência do momento está justamente na atualização dessas tonalidades já conhecidas. “Os clássicos continuam fortes no inverno, mas agora aparecem com novos acabamentos, subtons e uma estética menos óbvia”, afirma.
Ela explica que, para o outono/inverno 2026, as cores são elegantes e fáceis de utilizar, mas em versões renovadas. “Isso aparece bastante em cartelas que exploram vinhos profundos, neutros sofisticados, verdes fechados e cinzas contemporâneos. Um exemplo é a coleção Última Chamada, da Dailus, que traz releituras desses tons clássicos para a temporada”, acrescenta.
Entre releituras sofisticadas de neutros clássicos e tons profundos, a especialista destaca algumas cores que devem ganhar força no outono/inverno 2026. Confira!
1. Vinhos intensos e ameixados

Os vinhos seguem como aposta certeira para os dias frios, mas ganham versões mais profundas e sofisticadas, com fundo arroxeado ou amarronzado. A tendência substitui os vermelhos mais abertos por tonalidades elegantes, inspiradas em ameixa, merlot e cherry mocha.
2. Marrons elegantes e tons café

Chocolate, cappuccino, mocha e café com leite aparecem como alternativas modernas aos clássicos escuros da estação. Os marrons chegam mais cremosos e sofisticados, reforçando a estética quiet luxury que continua em alta no universo da beleza.
3. Beges frios e neutros sofisticados

Os neutros permanecem fortes, mas agora com uma leitura mais refinada. Beges acinzentados, off-whites e tons amanteigados surgem como opções minimalistas e elegantes para quem prefere unhas discretas, sem abrir mão de sofisticação.
4. Cinzas contemporâneos

Do cinza-claro ao grafite suave, os tons acinzentados aparecem como um dos grandes curingas da temporada. Modernos e versáteis, eles funcionam como alternativa urbana aos nudes tradicionais e combinam com diferentes estilos e produções de inverno.
5. Verde musgo e oliva sofisticado

Os verdes fechados seguem ganhando espaço nas unhas, principalmente em versões inspiradas na natureza e em tons terrosos. Musgo, oliva e verde militar aparecem como escolhas elegantes para fugir dos clássicos sem exagero.
6. Azul petróleo, marinho e meia-noite

Os azuis-escuros entram como uma das principais apostas do outono/inverno 2026. Sofisticadas e modernas, as nuances de petróleo, navy e azul meia-noite funcionam como substitutas elegantes para o preto, trazendo profundidade ao visual de forma menos óbvia.
7. Pastel acinzentado

Mesmo nos dias frios, os tons suaves continuam presentes, mas em versões mais sofisticadas e menos vibrantes. Lilás lavado, rosa queimado e azul névoa aparecem com fundo acinzentado, trazendo delicadeza equilibrada à cartela da estação.
Além das cores, os acabamentos também ajudam a atualizar os clássicos da temporada. Brilho intenso, efeito gel, textura ultracremosa e aspecto espelhado aparecem entre as principais apostas para deixar as unhas mais sofisticadas e contemporâneas.
Para Carol Lucena, o movimento reforça uma mudança no comportamento de consumo dentro da beleza. “Hoje existe uma busca maior por esmaltes versáteis e atemporais, mas que ainda tenham personalidade. O clássico continua presente, só que agora surge reinterpretado, mais moderno e muito menos básico”, finaliza.
Por Caroline Amorim