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Veja 4 filmes imperdíveis que chegam aos cinemas nesta quinta-feira, 16 de julho de 2026

A quinta-feira é um dos dias mais esperados pelos amantes da sétima arte, pois marca a chegada das estreias da semana nas salas de cinema. Neste 16 de julho, diversos lançamentos prometem movimentar as telonas com histórias capazes de prender a atenção do começo ao fim. A programação busca agradar aos mais diferentes perfis de […]

Por Edicase Conteúdo
15/07/2026 17h02, Atualizado há 1 hora

A quinta-feira é um dos dias mais esperados pelos amantes da sétima arte, pois marca a chegada das estreias da semana nas salas de cinema. Neste 16 de julho, diversos lançamentos prometem movimentar as telonas com histórias capazes de prender a atenção do começo ao fim. A programação busca agradar aos mais diferentes perfis de público e oferece boas oportunidades para quem deseja aproveitar uma sessão de cinema.

Abaixo, confira 4 filmes imperdíveis que chegam aos cinemas nesta quinta-feira, 16 de julho de 2026!

1. A Odisseia

Homem barbudo usando armadura de couro escuro olhando para o lado, em pé no convés de um navio de madeira cercado por remadores sob céu acinzentado
Em “A Odisseia”, Matt Damon vive o rei Odisseu na longa volta para casa depois da Guerra de Troia (Imagem: Reprodução digital | Universal Pictures)

Christopher Nolan resolveu contar uma das histórias mais antigas da literatura ocidental, assinando direção e roteiro. O poema atribuído a Homero acompanha Odisseu (Matt Damon), o lendário rei de Ítaca, na longa e perigosa volta para casa depois da Guerra de Troia. No caminho, ele encara criaturas míticas e deuses — como o Ciclope Polifemo, as sereias e a feiticeira Circe (Samantha Morton) —, enquanto a esposa Penélope (Anne Hathaway) segura as pontas e afasta um monte de pretendentes.

Tom Holland vive Telêmaco, o filho decidido a achar o pai, e Robert Pattinson faz Antínoo, um dos homens que rondam a rainha. Completam o time Zendaya, como a deusa Atena, Charlize Theron, como Calipso, Lupita Nyong’o, em papel duplo (Helena de Troia e Clitemnestra), além de Jon Bernthal, John Leguizamo, Mia Goth, Elliot Page e o rapper Travis Scott, escalado como um bardo para lembrar que a história era contada de boca em boca.

2. Xica da Silva

Mulher negra usando lenço escuro na cabeça encostando o rosto no ombro de um jovem de cabelo cacheado e manto azul, que olha para cima
“Xica da Silva” volta às salas 50 anos depois e mostra como Zezé Motta virou dama da sociedade de Diamantina (Imagem: Reprodução digital | Vitrine Filmes)

Cinquenta anos depois, o filme de Carlos Diegues volta às salas em relançamento. A trama se passa na segunda metade do século XVIII e mostra Xica da Silva (Zezé Motta), uma escravizada que seduz o milionário João Fernandes (Walmor Chagas) e vira dama da sociedade de Diamantina. Daí em diante, ela promove festas e banquetes de luxo, alguns com grupos de teatro europeus, e sua fama chega até a corte portuguesa. Altair Lima e Elke Maravilha completam o elenco. O roteiro, escrito por Antonio Callado ao lado do próprio diretor, tem base no romance “Memórias do Distrito de Diamantina”, de João Felício dos Santos.

3. A Noite de Alaíde

Jovem mulher negra sorrindo enquanto canta ao lado de um microfone, em imagem preto e branco sobre fundo roxo
O documentário “A Noite de Alaíde” acompanha Alaíde Costa, voz negra e essencial da Bossa Nova deixada de lado pelas gravadoras (Imagem: Reprodução digital | Bretz Filmes)

Do subúrbio carioca para as rodas da zona sul do Rio nos anos 1960: é assim que começa a trajetória de Alaíde Costa neste documentário dirigido por Liliane Mutti. Cantora, pianista e compositora, ela dividiu espaço com João Gilberto, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, virando parceira da tríade de ouro da Bossa Nova.

Mesmo no auge, como voz feminina negra e essencial do movimento, foi deixada de lado pelas gravadoras. Junto de Johnny Alf, outro pioneiro negro do gênero, acabou vetada da lendária apresentação no Carnegie Hall, em Nova York. Aos 90 anos, Alaíde atravessa a América atrás do palco que é dela por direito.

4. A Divina Sarah Bernhardt

Mulher ruiva reclinada em um sofá, vestindo um longo casaco azul bordado com flores e apoiando a cabeça na mão, diante de um cenário pintado em cores vibrantes
Dirigido por Guillaume Nicloux, “A Divina Sarah Bernhardt” mergulha na vida da atriz que virou rosto do Art Nouveau (Imagem: Reprodução digital | Imovision)

Paris, 1896. O ano foi movimentado: um contrapeso de um dos lustres da Ópera Garnier caiu sobre a plateia — episódio que mais tarde inspirou a famosa cena do lustre em “O Fantasma da Ópera” (1910), de Gaston Leroux —, “Salomé”, de Oscar Wilde, estreou, e a Belle Époque vivia seu melhor momento. Bem nessa época, Sarah Bernhardt (Sandrine Kiberlain) brilhava como grande atriz, rosto do Art Nouveau e uma das pioneiras do cinema.

Muita gente a considera a primeira estrela mundial da história. Dirigido por Guillaume Nicloux, de “O Vale do Amor”, com roteiro de Nathalie Leuthreau, o drama romântico mergulha na vida da artista e revela um lado novo de uma das precursoras do teatro mundial. Laurent Lafitte, Amira Casar e Pauline Etienne dividem a cena. O filme está disponível apenas em algumas salas de cinema.

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