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Por que seu plano de saúde fica mais caro todo ano e como a MVM10 ajuda empresas a reverter isso

Número de sinistros reflete no reajuste do convênio médico

Por Especial AGFE
15/07/2026 17h16, Atualizado há 1 hora

Promover a saúde dos colaboradores ajuda a reduzir o número de sinistros no convênio | Divulgação

Todo ano chega a mesma notícia: o plano de saúde da empresa vai aumentar. E na maioria das vezes, ninguém sabe muito bem explicar o porquê.

O motivo, na maior parte dos casos, tem nome: sinistralidade. Parece complicado, mas é simples: é a conta que a operadora faz entre quanto ela gastou pagando consultas, exames e internações dos funcionários, e quanto ela recebeu de mensalidade. Se os funcionários usam muito o plano, esse gasto sobe, e o reajuste do ano seguinte vem mais pesado.

É justamente esse número que a MVM10 orienta seus clientes a acompanhar durante todo o ano e não só na véspera da renovação do contrato. Com sede em Mogi das Cruzes e mais de 50 anos de atuação, a corretora e consultora em seguros de saúde empresarial hoje atende empresas em todo o território nacional e soma mais de 42 mil vidas cobertas entre companhias de todos os portes e segmentos.

Um dado recente ajuda a entender o cenário: segundo levantamento da Fenacor — federação que reúne os corretores de seguros e planos de saúde do país — com base em números da ANS, o setor vem registrando uma leve melhora nos indicadores de uso dos planos em 2025, o que ajudou a segurar os reajustes de 2026 abaixo dos picos de anos anteriores. Mas ainda não é pouco: dependendo da operadora, empresas menores (até 29 funcionários no plano) tiveram reajustes entre 11,5% e quase 20% no último ano.

Um ponto que confunde muita gente: aquele índice definido pela ANS todo ano vale só para quem tem plano individual, contratado por conta própria. Plano de empresa é diferente: não tem teto, o valor é negociado direto entre a empresa e a operadora, o que significa que ninguém está protegido por lei nesse caso. É por isso que a MVM10 defende que a negociação do plano empresarial não pode começar do zero na hora da renovação. Quem chega com dados na mão tem muito mais poder de negociar um reajuste justo, enquanto quem só espera o boleto chegar, aceita o que vier.

E dá para reduzir esse gasto sem cortar benefício. Coisas simples ajudam bastante: evitar usar pronto-socorro para casos que resolveriam em uma consulta comum, não repetir exames à toa e incentivar os funcionários a cuidar da saúde antes de precisarem de um hospital.

No fim das contas, a diferença entre pagar o que vier e pagar o que é justo está em ter alguém acompanhando esses números o ano todo, e mais, com atendimento humanizado e personalíssimo. É esse acompanhamento constante que a MVM10 oferece às empresas que atende, em Mogi das Cruzes e em todo o país.

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