Apeoesp diz que professores devem manter teletrabalho na quarentena
Um novo decreto que estabeleça as normas para a volta às aulas presenciais da rede particular e pública de Mogi das Cruzes, deve ser publicado nesta segunda-feira (12), pela Prefeitura, de acordo com o que foi dito pelo prefeito Caio Cunha (PODE), em live realizada na última sexta-feira (9). A cidade retorna hoje para a […]
12/04/2021 12h27, Atualizado há 64 meses
Um novo decreto que estabeleça as normas para a volta às aulas presenciais da rede particular e pública de Mogi das Cruzes, deve ser publicado nesta segunda-feira (12), pela Prefeitura, de acordo com o que foi dito pelo prefeito Caio Cunha (PODE), em live realizada na última sexta-feira (9). A cidade retorna hoje para a fase vermelha do Plano SP, seguindo as recomendações do Governo Estado. Pensando nisso, o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoep) emitiu um comunicado afirmando que o teletrabalho deve ser adotado nas cidades onde a quarentena estiver em vigor.
“Onde a prefeitura publicou decreto prorrogando a quarenta, como é o caso de Mogi das Cruzes, será feito o teletrabalho. Nas outras cidades que não tem decreto e o professor for sócio da Apeoesp, este não precisa retornar pois está protegido pela Sentença Judicial, ou seja, todos os sócios estão respaldados para continuar em teletrabalho”, afirma a publicação.
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Durante a live, o prefeito afirmou que o assunto já vinha sendo estudado pela Secretaria Municipal de Educação em conjunto com outros setores ligados também à Saúde e outras áreas. O documento que define as regras para o funcionamento seria concluído durante o final de semana para que, devidamente discutido, possa ser anunciado nesta segunda-feira.
Em todo o Estado, as aulas estão permitidas para aqueles alunos que precisam de maior apoio dos professores e seguindo os protocolos sanitários preestabelecidos. “Doria e Rossieli seguem com sua teimosia de querer aulas presenciais mesmo com números cada vez mais alarmantes desse genocídio que acontece em nosso país, fazendo coro com o governo federal, verdadeiro parceiro do vírus e promotor da necropolítica. Não temos, ainda, um cronograma da vacinação, o que temos são incertezas, mesmo assim querem empurrar os profissionais da educação para um potencial contágio com uma doença que já ceifou a vida de mais de 350 mil brasileiros e de vários professores, inclusive de nossa cidade”, diz o comunicado da Apeoesp.
A entidade reivindica ainda apoio aos trabalhadores e diz que “é imprescindível a abolição do teto da morte, feita por essa elite do atraso, com mentalidade escravocrata, que utiliza do discurso de solidariedade para massagear o ego, mas não quer ver justiça social acontecendo. Ao mesmo tempo é impossível fazer com que as pessoas, trabalhadoras e trabalhadores, fiquem em casa desamparados. Estão sendo forçados a se arriscar para uma infame escolha entre o vírus e a fome. É necessário um auxílio emergencial que dê para as pessoas a dignidade”.