Exposição, dança e tradição japonesa são temas do Compartilha deste sábado
Programa apresenta exposição de fotógrafo de Ferraz no MIS, projeto de dança para mulheres acima dos 40 anos e a história de templo budista em Suzano
05/11/2026 10h39, Atualizado há 0 horas
Programa vai ao ar após o Jornal Hoje | Fotos: Divulgação
A cultura e as histórias de pessoas que ajudam a preservar tradições da região são os destaques do Compartilha deste sábado (7). O programa da TV Diário reúne três reportagens que passam por diferentes manifestações culturais, com personagens de Ferraz de Vasconcelos, Mogi das Cruzes e Suzano. A edição vai ao ar após o Jornal Hoje.
Uma das atrações apresenta a exposição “Círio de Nazaré. Do sagrado ao profano: uma extensão do Brasil”, do fotógrafo Fabricio Augusto, de Ferraz de Vasconcelos, em cartaz no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo. A mostra reúne registros documentais do Círio de Nazaré, uma das maiores manifestações religiosas e culturais do país.
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Por meio das fotografias, o público pode conhecer diferentes aspectos da celebração, que vai além da devoção religiosa e também representa valores como solidariedade, resistência, identidade e pertencimento. A reportagem acompanha os detalhes da exposição e apresenta o olhar do fotógrafo sobre uma tradição centenária que integra a cultura brasileira.
O programa também acompanha a trajetória de mulheres que encontraram na dança uma oportunidade de realizar sonhos e fortalecer a autoestima. O Centro de Dança Poliana Ferreira, de Mogi das Cruzes, levou o projeto Jazz 40+ ao Festival de Dança de Joinville, considerado um dos principais eventos do segmento no Brasil.
A edição mostra a preparação para a apresentação e as experiências das participantes, que encontraram na dança uma forma de cuidar da saúde, superar desafios e desenvolver a confiança. As histórias destacam a possibilidade de iniciar uma atividade artística em diferentes fases da vida.
Já em Suzano, o Compartilha visita o Templo Budista Nambei Shingonshu Daigozan Jomyoji, espaço que preserva parte da história e das tradições da comunidade japonesa no município. Inaugurado em 1966, o templo reúne mais de seis décadas de história e mantém características tradicionais da arquitetura japonesa.
Entre os aspectos que serão apresentados estão a construção em madeira, realizada por meio de encaixes, sem a utilização de pregos, e os elementos ligados à espiritualidade budista. O programa também resgata a trajetória do espaço e sua importância para a preservação de costumes e tradições transmitidos entre gerações.