Diário Logo

Encontre o que você procura!

Digite o que procura e explore entre todas nossas notícias.

Lula assina até amanhã MP que prorroga por 60 dias desoneração de combustíveis

Indicado para a presidência da Petrobras, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) disse que o presidente Lula assina entre hoje e amanhã uma medida provisória para prorrogar a isenção dos impostos federais sobre os combustíveis por 60 dias. A declaração foi dada durante a chegada dele ao Congresso para acompanhar a cerimônia de posse. — […]

Por O Diário
01/01/2023 17h01, Atualizado há 40 meses

Indicado para a presidência da Petrobras, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) disse que o presidente Lula assina entre hoje e amanhã uma medida provisória para prorrogar a isenção dos impostos federais sobre os combustíveis por 60 dias. A declaração foi dada durante a chegada dele ao Congresso para acompanhar a cerimônia de posse.

— A MP está pronta. Deve ser publicada hoje (domingo) ou amanhã. De qualquer forma a continuidade é assegurada por 60 dias — afirmou.

Segundo Prates, a prorrogação por dois meses dá tempo para que ele tome posse na Petrobras e analisar o setor de petróleo e o mercado internacional.

— Temos que ficar atentos aos oportunistas, porque houve a especulação de que não haveria a manutenção da desoneração e muita gente quis aproveitar disso pra fazer um mal entendido com o consumidor, criar a impressão de que houve uma razão para aumentar o preço e não há — afirmou Prates.

A desoneração do PIS/Cofins e Cide sobre combustíveis venceu ontem. Na gasolina, por exemplo, isso representa um impacto de R$ 0,69 na bomba. Agora, Lula prevê editar uma nova MP para prorrogar essa desoneração, mas o prazo (se 30, 60 ou 90 dias) ainda está em aberto.

A desoneração dos impostos federais sobre os combustíveis custará R$ 52 bilhões neste ano. É uma receita considerável, considerando por exemplo a previsão de que as contas públicas terão neste ano um déficit de R$ 220 bilhões.

Prates disse que a mudança na política de preços da Petrobras não irá assustar ninguém.

— Não é tabelamento de cima pra baixo, vamos sentar com importadores e empresas distribuidoras. Não vamos chegar na solução que é uma referência regional de preços — afirmou. — O que não pode é a Petrobras poder vender tranquilamente por um preço e ser obrigada a vender mais caro por causa da importação. Mas não há como mudar política de preços.

 

Mais noticias

Prefeita nomeia Camilla Taceli como secretária da Longevidade em Mogi das Cruzes

Melasma na gestação: entenda as causas e como evitar as manchas

Bolo caseiro: 4 receitas deliciosas e práticas para o Dia das Mães

Veja Também