Após semana sem óbitos, Alto Tietê notifica duas novas mortes por Covid-19
Após não notificar novas mortes por Covid-19 desde o último final de semana, a região do Alto Tietê confirmou nesta sexta-feira (18), dois óbitos provocados pela doença. As vítimas residiam em Mogi das Cruzes (uma mulher de 41 anos) e Suzano (um homem de 63 anos). A região também confirmou mais 10 casos positivos da doença. […]
18/12/2021 07h36, Atualizado há 56 meses
Após não notificar novas mortes por Covid-19 desde o último final de semana, a região do Alto Tietê confirmou nesta sexta-feira (18), dois óbitos provocados pela doença. As vítimas residiam em Mogi das Cruzes (uma mulher de 41 anos) e Suzano (um homem de 63 anos). A região também confirmou mais 10 casos positivos da doença.
Os dados foram divulgados pelo Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat).
Os 10 municípios da região passam a totalizar agora 5.664 mortes de Covid-19 confirmadas desde o início da pandemia, entre 141.328 casos positivos da doença. Desta soma, 122.672 moradores foram classificados como recuperados pelas Prefeituras, segundo o Condemat.
No Alto Tietê, Mogi das Cruzes lidera o ranking regional em números absolutos com 1.730 mortes. Na cidade 42.188 contágios da doença notificados.
Na sequência estão Itaquaquecetuba e Suzano, com 1.120 e 1.002 mortes confirmadas cada, respectivamente.
Essa foi a primeira vez que a região desde o início da pandemia que a região passou seis dias sem notificar óbitos por Covid-19.
Para a coordenadora da Câmara Técnica de Saúde, Adriana Martins, a queda no registro de novos casos e óbitos é motivada pelo avanço da campanha de vacinação, bem como pelos demais trabalhos desenvolvidos nos municípios.
“O compromisso dos municípios e equipes de saúde no enfrentamento à pandemia e o bom desempenho na campanha de imunização têm sido fundamentais para colhermos resultados positivos com a queda nos índices.
Apesar disso, é importante reforçar que ainda é preciso ter cautela, pois a pandemia não acabou e é necessário redobrar as medidas não farmacológicas por conta do vírus da Influenza, que vem acometendo boa parte da população”, disse em nota encaminhada para a imprensa.