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Quarta professora ferida em ataque a escola em SP é liberada de hospital

A quarta professora atingida pelo autor do ataque à Escola Estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, Zona Oeste de São Paulo, foi atendida no Hospital São Luiz com ferimentos superficiais e liberada nesta segunda-feira. Jane Gasparini, de 57 anos, é formada pela PUC-SP e dá aulas de História. Outras três professoras foram feridas na tragédia […]

Por O Diário
28/03/2023 14h19, Atualizado há 37 meses

A quarta professora atingida pelo autor do ataque à Escola Estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, Zona Oeste de São Paulo, foi atendida no Hospital São Luiz com ferimentos superficiais e liberada nesta segunda-feira. Jane Gasparini, de 57 anos, é formada pela PUC-SP e dá aulas de História.

Outras três professoras foram feridas na tragédia desta segunda-feira. Rita Reis sofreu ferimentos no braço e no ombro. Atendida no Hospital Universitário, tomou mais de 20 pontos e depois foi liberada para casa.

Já a docente Ana Célia Rosa segue internada em observação no Hospital das Clínicas da FMUSP. Ela passou por cirurgia no início da tarde para sutura dos ferimentos e está estável.

A professora Elisabeth Tenreiro, de 71 anos, que havia sido encaminhada em estado grave para o HU, não resistiu e morreu.

Ainda segundo boletim do governo de São Paulo, dois alunos que também foram feridos foram atendidos no Hospital Bandeirantes e já tiveram alta.

O autor do ataque com faca é um aluno da escola, de 13 anos. Ele foi apreendido em flagrante nesta manhã e encaminhado para o 34° Distrito Policial (DP), na Vila Sônia, onde prestou depoimento. Pouco depois das 18h, o adolescente foi levado para o Instituto Médico Legal, na Vila Leopoldina, e será transferido em seguida para o centro provisório da Fundação Casa, no Brás.

No início da noite, o delegado titular do 34º DP, Marcos Vinicius Reis, disse que a polícia encontrou na casa do adolescente bilhetes mostrando o planejamento prévio do ataque. No depoimento aos investigadores, o adolescente foi “frio”, segundo o delegado, e não demonstrou emoção.

Também foram apreendidas na casa dele máscaras, uma arma de airsoft e as anotações premeditando o ataque desta segunda-feira. A polícia planeja ouvir mais pessoas e analisar publicações nas redes sociais para buscar entender as motivações e se alguém teria auxiliado ou incentivado o jovem a cometer o crime.

— A gente tem que fazer ainda um intenso trabalho também de redes sociais, verificar a questão de eventual apoio, de eventual instigação (ao crime, por parte de outras pessoas). O que eu posso adiantar é que ele passou todas as informações de maneira pormenorizada e admitiu os fatos. Ele foi bem frio, não demonstrou muita emoção e confessou na presença da advogada, na presença dos pais, que cometeu o ato — disse o delegado.

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