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38 dias depois, mogianos seguem presos em Brasília após atos golpistas

Três dos mogianos detidos em um ônibus que partiu de Mogi das Cruzes com moradores de outras cidades do Alto Tietê para participar dos atos antidemocráticos ocorridos em Brasília no dia 8 de janeiro permanecem nos presídios masculino e feminino da capital federal. Já está em Mogi das Cruzes, o eletricista José Romilson Magalhães Faria que […]

Por O Diário
14/02/2023 09h32, Atualizado há 39 meses

Três dos mogianos detidos em um ônibus que partiu de Mogi das Cruzes com moradores de outras cidades do Alto Tietê para participar dos atos antidemocráticos ocorridos em Brasília no dia 8 de janeiro permanecem nos presídios masculino e feminino da capital federal. Já está em Mogi das Cruzes, o eletricista José Romilson Magalhães Faria que foi colocado em liberdade provisória, mas seguirá cumprindo medidas cautelares, conforme determinação do  ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A O Diário, o advogado Delmiro Gouveia, que representa José Romilson, afirmou que o caso ainda está na fase de inquérito, e ainda não houve uma denúncia feita pelo Ministério Público, o que torna difícil prever o ritmo de tramitação dos processos. O eletricista já está na cidade e se apresenta com regularidade ao Fórum de Mogi das Cruzes, como espilulado nas medidas cautelares.

No caso de José Romilson, que irá responder em lliberdade, o andamento desse processo poderá ser mais rápido do que os demais 942 manifestantes que prosseguem detidos de maneira preventiva.

Nesse grupo, estão a professora Sheila Mantovanni, o empresário Hedio Minoru Hiratuka e a psicológa Ana Dantas, que atuava no Centro de Detenção Provisória de Mogi das Cruzes.

O Diário tentou, mas não conseguiu contato com os advogados que representam os detidos.

Relembre o caso

Um ônibus e um grupo de mogianos em carros particulares participaram dos atos de 8 de Janeiro na Esplanada dos Ministérios. Os manifestantes que estavam no ônibus – com moradores de cidades como Guararema, Biritiba Mirim, Salesópolis e Suzano – decidiram, após o manifesto, permanecer em frente ao quartel do Exército em Brasília, e acabaram sendo detidos – uma parte desse contigente foi liberada.

VEJA TAMBÉM: Bens de manifestantes detidos foram bloqueados pela Justiça.

No caso da professora e da psicóloga, que tinham vínculo com o governo, medida legais foram tomada pelo Estado. A primeira teve o contrato de trabalho extinto. A segunda foi afastada com prejuízo da remuneração.

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