Alto Tietê chega a duas semanas sem mortes por Covid-19
Os 10 municípios que integram a região estão há duas semanas sem registrar novas mortes por Covid-19, apontam dados dos balanços diários do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê, o Condemat. No Alto Tietê, o último óbito registrado ocorreu em Mogi das Cruzes, no dia 22 de agosto. O registro é referente a […]
06/09/2022 16h25, Atualizado há 47 meses
Os 10 municípios que integram a região estão há duas semanas sem registrar novas mortes por Covid-19, apontam dados dos balanços diários do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê, o Condemat.
No Alto Tietê, o último óbito registrado ocorreu em Mogi das Cruzes, no dia 22 de agosto. O registro é referente a uma criança de dois anos, com uma doença rara.
Nesta terça-feira (06), o acumulado de casos de Covid-19 na região desde o início da pandemia é de 214.730, sendo que 6.026 casos evoluíram ao óbito.
Mogi das Cruzes, a maior cidade da região, totaliza 1.872 vítimas confirmadas até o momento, entre 67.186 casos notificados. Na cidade, existe 137 ocorrências “ativas” da doença acompanhadas pela Secretaria Municipal de Saúde.
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Saúde quer abrir o Pró-Criança no Mogilar e serviço infantil no Rodeio neste ano
Campanha de Multivacinação
A Campanha de Multivacinação e contra a Poliomielite promovida pelo Governo de São Paulo será ampliada até o final de setembro, segundo informado pela Secretaria de Estado da Saúde. Em nota, a Pasta destaca que a ação alcançou, até o momento, 33,4% de crianças entre 1 e 4 anos contra a poliomielite, ultrapassando 792 mil doses aplicadas.Para aqueles que têm até 15 anos, o comparecimento foi de 8% e, destes, 57,5% receberam algum imunizante para atualizar a caderneta de vacinação.
Além da dose contra poliomielite, estão disponíveis as vacinas BCG, contra a tuberculose, imunizantes contra as hepatites A e B, poliomielite e rotavírus, a pentavalente – contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e doenças invasivas causadas pelo hemófilo b -, além de imunizantes contra caxumba, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela e HPV.
“A prorrogação deste prazo é mais uma oportunidade para que os responsáveis levem crianças e adolescentes a um posto de vacinação para serem imunizados. Esse cuidado é fundamental para a proteção destes jovens e para evitar que doenças erradicadas voltem a circular”, afirma a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde,, Tatiana Lang D’Agostini.
São Paulo conta com 9,1 milhão de crianças e adolescentes nesta faixa etária e os responsáveis devem levá-los aos postos de vacinação com a caderneta para que os profissionais da Saúde confiram se a imunização está em dia. As estratégias de imunização são definidas pelos municípios.