Campanha arrecada recursos para ajudar agricultores atingidos pela geada em Mogi
Em solidariedade aos pequenos produtores rurais de Mogi das Cruzes que tiveram plantações destruídas pela geada da última semana – o que pode voltar a acontecer a partir desta quinta (29)-, o premiado projeto #FaçaumBemINCRÍVEL acaba de lançar uma nova campanha. Em parceria com o Bunkyo de Mogi das Cruzes e o coletivo Agro do […]
28/07/2021 18h03, Atualizado há 61 meses
Em solidariedade aos pequenos produtores rurais de Mogi das Cruzes que tiveram plantações destruídas pela geada da última semana – o que pode voltar a acontecer a partir desta quinta (29)-, o premiado projeto #FaçaumBemINCRÍVEL acaba de lançar uma nova campanha. Em parceria com o Bunkyo de Mogi das Cruzes e o coletivo Agro do Bem, a ação #horadeapoiarquemnosalimenta busca recursos para mitigar os danos causados pela forte frente fria, que inviabilizou a comercialização de hortaliças e outros alimentos.
A ideia é simples, mas pode ajudar muita gente. Pelo PIX [email protected] é possível fazer doações, que serão repassadas a agricultores e agricultoras que estão lidando com prejuízos na ordem dos milhares de reais em decorrência das recentes alterações climáticas.
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Por mais que não seja possível devolver aos trabalhadores do campo tudo o que a geada levou ao congelar e portanto queimar plantações, o objetivo é pelo menos “repor as sementes que eles gastaram”.
Responsável pelo #FaçaumBemINCRÍVEL, é a produtora rural Simone Silotti, de 54 anos, quem detalha a iniciativa a O Diário. “Lançamos hoje esta campanha de solidariedade, de carinho, de alento, e junto do Sindicato, que está fazendo o mapeamento de perdas, vamos elencar os produtores que participarão”.
Conheça o projeto
Premiado internacionalmente e reconhecido pelo jornal Folha de S. Paulo, no Prêmio Empreendedor Social em Resposta à Covid-19, a iniciativa #FaçaumBemINCRÍVEL consiste em recolher os alimentos que os agricultores do distrito de Quatinga, em Mogi das Cruzes, não conseguiram vender e estão no limite da colheita e entregá-los para Organizações Não-Governamentais (ONGs) e comunidades carentes. Doações feitas por grupos como a Fundação Banco do Brasil, empresas menores e também pessoas físicas custeiam a operação. Clique aqui e saiba mais.