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Dom Pedro lembra as vítimas da Covid em missa de Finados, em Mogi

O bispo diciocesano de Mogi das Cruzes, dom Pedro Luiz Stringhini, lembrou todos os mortos e em particular, as vítimas da Covid-19, como os três padres e um diácono da região, na primeira missa de Finados, realizada na manhã de hoje (2). no Cemitério São Salvador. Cadeiras e um altar foram instalados em frente à […]

Por O Diário
02/11/2021 09h41, Atualizado há 58 meses

O bispo diciocesano de Mogi das Cruzes, dom Pedro Luiz Stringhini, lembrou todos os mortos e em particular, as vítimas da Covid-19, como os três padres e um diácono da região, na primeira missa de Finados, realizada na manhã de hoje (2). no Cemitério São Salvador.

Cadeiras e um altar foram instalados em frente à capelinha do centenário cemitério para receber os fiéis que assistiram a primeira das missas que acontecerão no local.

O site Igreja na Mídia transmitiu a primeira missa (confira)

Dom Pedro lembrou todos os mortos enterrados no local, as vítimas da pandemia e os três padres que faleceram após terem sido diagnosticado com o coronavírus: Francisco Deragil, da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida e São Roque, de Braz Cubas, além de Marco Aurélio Moraes de Aguiar e Francisco Pacheco, e também o diácono Hamilton Laurindo Silva, de Poá.

A morte do padre Francisco Deragil mobilizou a comuniade de Braz Cubas (veja reportagem)

Já o padre Marco Aurélio atuava em Poá (reveja a cobertura)

Dom Pedro lembrou que a Igreja Católica defende a vida desde a concepção – e não depois do nascimento, como outras pessoas, e comentou sobre a beleza da criação, da vida, da morte e da ressurreição, um dos dogmas da Igreja Católica.

No evangelho, foram citados trechos do antigo e do novo testamento sobre a morte que é celebrada hoje, em todo o mundo. “Depois que for extraída a pele da minha carne, eu verei a Deus”, destacou o bispo, em uma homilia que falou sobre a vida e a ressurreição.

“Queremos expressar a nossa fé em Deus, na vida no seu dinamismo, no horizonte, na perspectiva do bem que se pode fazer, na expressão do amor de Deus e fraterno.A passagem bíblica nos fala em ser vigilantes. Sabemos da morte, que é certa. Sabemos da incerteza do tempo, que é vivido a todo momento. Mas, toda a nossa vida tem oportunidades para uma santa preparação. Esse é o melhor modo de se preparar para o momento final, para o julgamento final, é viver para o bem, a caridade e a fraternidade”

Ao defender a vida como uma expressão da “alegria da fé, a certeza da esperança”, o religioso destacou que esse é o momento de rezar pelos falecidos, e também celebrar o ano de São José, “chefe da igreja, e entre outros atributos, o patrono da boa morte, da serenidade dos justos”.

Outras missas acontecerão hoje nos cemitérios da cidade. 

 

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