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Dono do Café Vinil morre aos 54 anos vítima da Covid

O comerciante Régis José Paiva Valsecchi, 54 anos, é mais uma vítima da Covid-19 na região do Alto Tietê. Proprietário do Café Vinil, no Helbor Patteo Mogilar, ele estava internado para tratamento de problemas de saúde, foi infectado pelo novo coronavírus, não resistiu às complicações da doença e morreu ontem à noite (13). Devido às regras […]

Por O Diário
14/04/2021 14h26, Atualizado há 64 meses

O comerciante Régis José Paiva Valsecchi, 54 anos, é mais uma vítima da Covid-19 na região do Alto Tietê. Proprietário do Café Vinil, no Helbor Patteo Mogilar, ele estava internado para tratamento de problemas de saúde, foi infectado pelo novo coronavírus, não resistiu às complicações da doença e morreu ontem à noite (13).

Devido às regras da pandemia, não houve velório e o corpo será sepultado às 15 horas desta quarta-feira (14), no Cemitério da Paz, em Poá, onde ele nasceu e morava.

A morte do comerciante, conhecido em Mogi e cidades da região, foi comentada nas redes sociais por familiares e amigos. “E ele resolveu descansar. Que Deus o receba de braços abertos. Prometo cuidar dos nossos filhos muito bem. Te amamos”, publicou a mulher de Régis, Julia Valsecchi, no Facebook.

A trajetória dele, que primeiramente abriu o Café Vinil em Poá antes de trazer o estabelecimento comercial para Mogi, foi lembrada pela jornalista Lana Camargo. “Muito conhecido na região do Alto Tietê, era um apaixonado por rock e durante anos comandou ao lado da esposa Julia Valsecchi o maravilhoso bar Café Vinil, em Poá. Tive o prazer de conhecer o lugar,que era muito bacana e me recebia muito bem. Era o ponto de encontro dos apreciadores de rock’n roll e de cervejas nacionais e importadas. Lá reunia os amigos,que aproveitavam para degustar as delícias do cardápio feito pela expert chef Julia. Todos eram recebidos por ele com muito carinho e alegria, era um excelente anfitrião. Depois o Café Vinil cresceu e mudaram para Mogi,no espaço Helbor. Lá ele conquistou mais amigos e seu Café Vinil virou mais um ponto de encontro dos mogianos e os amigos foram atrás, sempre curtindo o rock e as cervejas. Rejão, como era chamado carinhosamente,foi um excelente pai,esposo, avô, patrão e amigo. Um homem de muita fé, que cuidava muito bem de sua linda família,sempre respeitado por todos,alegre e de bem com a vida. Vai fazer muita falta”, publicou a jornalista no Facebook.

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