Em meio à estiagem, Semae trabalha para diminuir perdas de água
Diante de um cenário preocupante de poucas chuvas, em que a preocupação é para uma crise hídrica vivenciada no estado de São Paulo nos anos de 2014 e 2015, o Serviço Municipal de Águas e Esgotos de Mogi das Cruzes (Semae) está trabalhando para reduzir a perda do volume tratado, que atualmente está em 50%. […]
31/08/2021 10h34, Atualizado há 60 meses
Diante de um cenário preocupante de poucas chuvas, em que a preocupação é para uma crise hídrica vivenciada no estado de São Paulo nos anos de 2014 e 2015, o Serviço Municipal de Águas e Esgotos de Mogi das Cruzes (Semae) está trabalhando para reduzir a perda do volume tratado, que atualmente está em 50%.
Na reunião com os jornalistas nesta segunda-feira (30), o prefeito Caio Cunha (Podemos) avaliou que a situação atual dos reservatórios está muito próxima da época da crise hídrica.
Cunha detalhou que além do problema da perda de recurso como a água demanda atenção na gestão e infraestrutura do serviço, mas também gera um impacto econômico muito grande à cidade.
“A gente paga para a Sabesp R$ 48 milhões no ano, da compra de água da para abastecer a região de Braz Cubas e Jundiapeba. Quando você para pra pensar, se 50% são desperdiçados, então estamos jogando fora R$ 24 milhões. Por isso o Semae está investindo nesse monitoramento, troca de tubulação, com um investimento alto nesse sentido”, pontuou.
A expectativa do chefe do executivo mogiano é também para o período chuvoso, que começa nos próximos meses. “Se não chover, em janeiro a gente vai ficar em uma situação muito complicada”, detalhou.
Nesta terça-feira (31), o Sistema Produtor do Alto Tietê (Spat) opera com 44,6% da capacidade. O mês de agosto termina com 24,8 milímetros de chuva, enquanto o esperado para o mês era de 36,1 milímetros.