Esburacada, Estrada do Pavan será fechada para reparos
A Prefeitura de Mogi informa que nesta terça-feira (26), a Estrada do Evangelho Pleno, popularmente conhecida como Estrada do Pavan, estará interditada das 8h às 17h, para trabalhos da Operação Tapa-Buraco. Os serviços serão executados pelas equipes da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos e têm por objetivo garantir boas condições de trafegabilidade e segurança aos […]
25/10/2021 15h10, Atualizado há 58 meses
A Prefeitura de Mogi informa que nesta terça-feira (26), a Estrada do Evangelho Pleno, popularmente conhecida como Estrada do Pavan, estará interditada das 8h às 17h, para trabalhos da Operação Tapa-Buraco. Os serviços serão executados pelas equipes da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos e têm por objetivo garantir boas condições de trafegabilidade e segurança aos usuários da via.
Durante o período de interdição, os veículos que chegam à cidade deverão seguir pela rodovia Mogi-Dutra e acessar a Via Perimetral pela alça existente na Ponte Grande. A Secretaria Municipal de Transportes implantará a sinalização no local da interdição para alertar os motoristas sobre os serviços. A orientação é para que os motoristas que chegam à cidade pela Mogi-Dutra redobrem a atenção ao passar pelas proximidades da interdição.
O trabalho de tapa-buraco é realizado periodicamente na Estrada do Pavan, dada a alta circulação de veículos na via, em especial caminhões. Com a aproximação dos feriados do Dia do Servidor e Dia de Finados, a tendência é que o movimento seja ainda maior. A interdição total é necessária por questões de segurança, uma vez que boa parte dos reparos é feito na parte central da via, o que compromete as duas pistas.
Melhoria é aguardada há décadas
A estrada do Pavan foi aberta como uma alternativa exclusiva para o tráfego de caminhões após uma série de acidentes ocorridos no início da Ponte Grande, com o registro de vítimas fatais, nos anos 1990. Veículos pesados perdiam o freio na descida da rodovia Mogi-Dutra e paravam quando encontravam paredes e muros de casas e até da Paróquia Santa Cruz, na rua Cabo Diogo Oliver.
Os acidentes provocaram a reação de moradores, que fecharam a entrada da cidade por diversas vezes com a colocação de pneus e fogo. À época, o prefeito Waldemar Costa Filho [1921-2001] determinou a proibição da descida dos caminhões por ali, com exceção dos que se destinam a uma empresa de transportes localizada nesse trecho. Os demais devem obrigatoriamente usar a Estrada do Pavan, que tem o piso irregular, na maior parte do tempo.
Desde a abertura, o caminho se mostrou inseguro, com o aparecimento de buracos e depressões, e a falta de um sistema de drenagem eficiente para garantir a sobrevida do asfalto trocado pela Prefeitura para manter o piso.
A diferença é que, inicialmente, a rota era usada quase exclusivamente por caminhões, diferente do que se viu logo depois da abertura da alterativa, que passou a ser utilizada por motoristas que residiam na região da Serra do Itapeti ou a caminho da praia.
A estrada do Pavan já foi alvo de diversos planos de melhoria. Um dos principais foi apresentado durante a duplicação da Mogi-Dutra, quando a cidade reivindicou a inclusão deste trecho no projeto do Governo do Estado – o que acabou não saindo do papel. Aliás, no local, há o esqueleto de uma alça de acesso prevista para ser construída na entrada deste acesso, em um futuro que não se sabe quando será.