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Governo do estado amplia em mais 10 leitos de UTI Covid na região; taxa de ocupação é de 79,6%

A Secretaria de Estado da Saúde ampliou em mais 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para a Covid-19 a estrutura do Hospital Regional de Ferraz de Vasconcelos, cumprindo uma promessa feita em 6 de janeiro. A previsão era de abrir também mas 10 leitos do mesmo tipo no Hospital Luzia de Pinho Melo, […]

Por O Diário
19/01/2021 07h51, Atualizado há 64 meses

A Secretaria de Estado da Saúde ampliou em mais 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para a Covid-19 a estrutura do Hospital Regional de Ferraz de Vasconcelos, cumprindo uma promessa feita em 6 de janeiro. A previsão era de abrir também mas 10 leitos do mesmo tipo no Hospital Luzia de Pinho Melo, dos quais apenas quatro foram abertos na semana passada.

Com isso, a média de ocupação de leitos de UTI na rede estadual do Alto Tietê voltou a ficar abaixo de 80%, com 79,6%. O Hospital Regional de Ferraz ficou agora com 26 leitos de UTI e 12 de enfermaria. A unidade registra 68% de ocupação na UTI.

No Hospital Luzia de Pinho Melo são 52 leitos de enfermaria e 24 de UTI, que até sexta (15) registraram 71% de ocupação na UTI.

Em situação mais complicada, o Santa Marcelina de Itaquaquecetuba opera hoje com 16 de enfermaria e dois leitos de UTI, que estão temporariamente ocupados.

A reportagem de O Diário questionou a secretaria o motivo pelo qual os leitos não são ampliados no Santa Marcelina, bem como a abertura dos demais leitos prometido aos demais hospitais, em 6 de janeiro.

Em nota, sem pontuar exatamente um cronograma de instalação desses leitos, a Secretaria de Estado da Saúde informou que dialoga com todos os gestores e realiza análises técnicas para definição das estratégias assistenciais, sempre com base em monitoramento do cenário da pandemia de Covid-19 e planejamento da rede, visando salvar vidas e assegurar atendimento igualitário.

“Além de manter seus hospitais e auxiliar a rede pública, a Secretaria também uma estratégia especial de gestão de leitos hospitalares, para dar prioridade à internação de pacientes com quadros respiratórios agudos e graves, com suporte da Cross (Central de Regulação e Oferta de Serviços de Saúde) para as transferências”, destacou a nota enviada à redação.

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