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Inadimplência cresce em Mogi durante o mês de março passado

Dados divulgados esta semana pelo Sindicato do Comércio Varejista de Mogi das Cruzes, com base em levantamentos feitos pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), vinculado à Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), o número de pessoas inadimplentes em Mogi cresceu 5,76% durante o mês de março passado, em comparação com igual período do ano […]

Por O Diário
21/04/2022 15h06, Atualizado há 52 meses

Dados divulgados esta semana pelo Sindicato do Comércio Varejista de Mogi das Cruzes, com base em levantamentos feitos pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), vinculado à Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), o número de pessoas inadimplentes em Mogi cresceu 5,76% durante o mês de março passado, em comparação com igual período do ano passado.

Este percentual ficou acima da média da região Sudeste, que foi de 5,20%, mas abaixo da média nacional, de 6,14%. Na virada do mês de fevereiro para o mês de março, o número de devedores da cidade de Mogi das Cruzes cresceu 0,04%. Na região Sudeste, em idêntica comparação, a variação foi de -0,29%.

O mesmo levantamento também mostrou que, por faixa etária, o número de devedores com participação mais expressiva em Mogi das Cruzes, durante o mês de março, está entre aqueles com idade entre 30 e 39 anos (26,58%). Entre 40 e 49 anos, estão 21,77% dos devedores, enquanto na faixa dos 50 a 64 anos estão 20,67% das pessoas com débitos. Ainda conforme o levantamento, 12,79% dos inadimplentes estão entre 25 e 29 anos. A menor faixa de inadimplência, 0,94%, é representada pelas pessoas com 85 anos ou mais. Já na faixa dos 65 a 84 anos, se concentram 9,5% dos devedores. 
De acordo com o levantamento, as pessoas mais idosas são justamente as que menos contraem débitos. A idade média do devedor, segundo a pesquisa do SPC Brasil, é de 43,6 anos.

Já a participação dos devedores por sexo segue bem distribuída, sendo 51,32% de mulheres e 48,68% de homens.

 

Dinheiro
A avaliação divulgada pelo Sincomércio também mostrou que, em março de 2022, cada consumidor negativado de Mogi das Cruzes devia, em média, R$ 4.239,94, levando-se em conta a soma de todas as dívidas. Os dados mostraram ainda que 27,92% dos consumidores mogianos tinham dívidas de valor de até R$ 500,00. Já acima de R$ 7.500,00, o total de devedores atinge 14,36%

Este percentual, no entanto, chega a atingir 42,24%, quando se fala em dívidas de até R$ 1 mil.

Já o tempo médio de atraso dos devedores negativados de Mogi das Cruzes é igual a 26,9 meses (ou 2,2 anos), sendo que 32,52% dos envidividados  possuem tempo de inadimplência de 1 a 3 anos.

 

Evolução no número
No decorrer do mês de março passado (2022), o número de dívidas em atraso de moradores de Mogi das Cruzes cresceu 9,42% em relação a março do ano passado (2021). Este dado ficou abaixo da média da região Sudeste do País (10,13%) e também abaixo da média nacional (10,94%). 

A pesquisa também aponta que na passagem de fevereiro para março, o número de dívidas de Mogi das Cruzes caiu -0,43%; Na região Sudeste, nesta mesma base de comparação, a variação foi de -0,24%.

Ainda conforme a pesquisa do SPC Brasil, o setor com participação mais expressiva do número de dívidas, em março, na cidade de Mogi das Cruzes, foi bancos, com 68,12% do total de dívidas, seguido, de água e luz (10,93%),  comércio (8,55%), comunicação (6,13%), e outros (6,26%).

Em março deste ano, cada consumidor inadimplente de Mogi das Cruzes tinha, em média 2,010 dívidas em atraso. O número ficou acima da média da região Sudeste (1,880 dívida por pessoa inadimplente) e também acima da média nacional registrada neste mês, que foi de 1,865 dívida por pessoa inadimplente.

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