Desaparecido por 16 dias, Hendrik Simões Alcatrão, de Arujá, é encontrado
Em reportagem publicada nesta segunda-feira (5), O Diário mostrou que Hendrik Simões Alcatrão, morador de Arujá de 26 anos, estava desaparecido. Dois dias depois ele foi encontrado, em segurança. A família conta que ele, dependente químico, procurou voluntariamente uma casa de recuperação na região de Mauá. Nesta quarta-feira (7), a irmã de Hendrik, Maiara Simões […]
08/12/2022 14h04, Atualizado há 44 meses
Em reportagem publicada nesta segunda-feira (5), O Diário mostrou que Hendrik Simões Alcatrão, morador de Arujá de 26 anos, estava desaparecido. Dois dias depois ele foi encontrado, em segurança. A família conta que ele, dependente químico, procurou voluntariamente uma casa de recuperação na região de Mauá.
Nesta quarta-feira (7), a irmã de Hendrik, Maiara Simões Alcatrão, que antes havia compartilhado os detalhes do desaparecimento, entrou em contato novamente para informar que o rapaz está bem.
“Enviaram o vídeo dele pra nós. Ele procurou sozinho por uma casa de recuperação e já está em tratamento. Ainda não entendemos o porquê da falta de informação, mas o importante é que ele acordou pra vida e quer sair dessa”, comemora ela.
A “falta de informação” a que ela se refere é o longo período em que ele esteve fora de casa, sem dar notícias. Desde que saiu, no último dia 21 de novembro, Hendrik não entrou em contato. Foi visto na praça da Sé, em São Paulo, mas não ficou muito tempo por lá.
Hendrik vendeu o próprio celular, e a família soube disso já que o comprador, um lojista, viu pelo aparelho as publicações nas redes sociais sobre o desaparecimento.
Agora em atendimento em uma casa de recuperação, Hendrik ainda não se comunicou com a família. Mas Maiara conta já ter recebido um vídeo do irmão, e teve acesso a informação de que ele “está em uma triagem, e saindo de lá vai ficar nove meses em um sítio”. Nesta etapa, os parentes poderão visitá-lo.
“Pode ser que ele vá para São Bernardo, ou para algum outro sítio da região. Mas por enquanto a triagem dele é em Mauá. Deram um trabalho para ele, de cuidador de idosos, e o importante é que ele foi sozinho buscar ajuda. Já tínhamos o internado antes, mas dessa vez fez tudo por conta própria. Está trabalhando, orando e se cuidando”, comemora a irmã, que agradece a ajuda de quem compartilhou o caso.