Estupros crescem e roubos caem em Mogi, aponta SSP
Mogi das Cruzes encerrou o mês de setembro com novo aumento nos casos de estupros e de furtos gerais. No mesmo período, o indicador de roubos caiu. O município registrou o menor número de roubos de veículos que até então seguiam elevados, do ano. Os dados foram divulgados na tarde desta segunda-feira (25), pela Secretaria […]
25/10/2021 16h24, Atualizado há 58 meses
Mogi das Cruzes encerrou o mês de setembro com novo aumento nos casos de estupros e de furtos gerais. No mesmo período, o indicador de roubos caiu. O município registrou o menor número de roubos de veículos que até então seguiam elevados, do ano. Os dados foram divulgados na tarde desta segunda-feira (25), pela Secretaria de Segunça Pública de São Paulo (SSP).
Mogi vinha consolidando queda nos casos de estupro. Em agosto, as delegacias de Polícia da cidade haviam registrado quatro boletins de ocorrência do crime. Já em setembro, no mês seguinte, esse número subiu 150%, chegando a 10. Todas as vítimas eram vulneráveis – contra menores de 14 anos.
A cidade já registrou 87 boletins do crime entre janeiro e a setembro deste ano. uma média de 9,6 estupros por mês.
Entre agosto e setembro deste ano também cresceram os registros de lesão corporal dolosa, passando de 83 para 90. As tentativas de homicídio saltaram de 1 em agosto para 2 em setembro.
O lado positivo é que Mogi das Cruzes registrou menor número de roubos gerais. O indicativo recuou 27,3%. Foram 106 boletins desta natureza registrados no mês anterior, ante 77 contabilizado em setembro. Os roubos de veículos chegaram ao menor nível do ano, caindo de 21 para 12. Ao todo, a cidade já registrou 191 boletins do crime neste ano, que resultam em uma média de 21 automotivos roubados por mês na cidade.
Entre os meses analisados os roubos de carga e furtos de veículos se mantiveram estáveis.
As ocorrências de roubo de carga se mantiveram em 4 em ambos os meses, enquanto o de furtos de veículos passou de 51 para 50.
Mais uma vez, o município não registrou latrocínios – sendo os três únicos registrados nos meses de abril, junho e julho, ou roubo a bancos.