Homem é detido por importunação sexual em ônibus da linha de Taiaçupeba, em Mogi
Uma ação de populares e do motorista de um ônibus que fazia o trajeto entre Mogi das Cruzes e o Distrito de Taiaçupeba terminou com a prisão em flagrante de um garçom, acusado de importunação sexual. Uma atendente de 41 anos foi a vítima do homem de 25 anos. Ela pediu ajuda às pessoas que […]
31/12/2021 10h19, Atualizado há 56 meses
Uma ação de populares e do motorista de um ônibus que fazia o trajeto entre Mogi das Cruzes e o Distrito de Taiaçupeba terminou com a prisão em flagrante de um garçom, acusado de importunação sexual. Uma atendente de 41 anos foi a vítima do homem de 25 anos. Ela pediu ajuda às pessoas que estavam no interior do coletivo. Têm crescido as denúncias e o combate à violência contra a mulher no interior do transporte público.
O suspeito colocou as mãos no seio da passageira, e, em seguida, começou a tirar a própria roupa. A vítima pediu ajuda e, com a ação de um passageiros e o condutor, o homem foi detido e levado à Central de Flagrantes.
A Polícia Mlitar também foi chamada e o homem detido em flagrante. O caso ocorreu na noite de quarta-feira.
Segundo informa o G1 de Mogi das Cruzes, a Prefeitura e a CS Brasil repudiaram a ocorrência e destacaram atuam para conter esse tipo de registro e prestaram o apoio à vítima.
Saiba mais
A pena para o crime de importunação é de um a cinco anos de detenção, no Brasil.
Em Mogi das Cruzes, uma lei aprovada em 2015, de autoria do ex-vereador Antonio Lino, e número 4.834, determinava que os coletivos deveriam facilitar o desembarque das mulheres para prevenir a violência contra elas no caminho de casa ou trabalho.
O crime se caracteriza por “praticar contra alguém e sem a sua anuência ato libidinoso com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou um terceiro: (Incluído pela Lei 13.718/18). A pena de reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, poderá ser aplicada se o ato não constitui o crime mais grave”.
No Brasil, o Ligue 180 é um serviço de utilidade pública essencial para o enfrentamento à violência contra a mulher.
O serviço também tem a atribuição de orientar mulheres em situação de violência, direcionando-as para os serviços especializados da rede de atendimento.
Em 2019, segundo o site Politize-se, um balanço desse serviço registrou o atendimento a 45 mil denúncias.