Operação conjunta em Mogi prende 17 pessoas, informa PM
Dezessete prisões, 18 desmanches fiscalizados – sendo que 11 foram autuados e dois lacrados – além de apreensão de 3 quilos de drogas e de R$ 33,2 mil em espécie. Esse é o balanço da Operação de Segurança Forças Integradas, que desde as primeiras horas da manhã desta quinta-feira (14) reuniu as polícias Civil e […]
14/04/2022 15h21, Atualizado há 52 meses
Dezessete prisões, 18 desmanches fiscalizados – sendo que 11 foram autuados e dois lacrados – além de apreensão de 3 quilos de drogas e de R$ 33,2 mil em espécie. Esse é o balanço da Operação de Segurança Forças Integradas, que desde as primeiras horas da manhã desta quinta-feira (14) reuniu as polícias Civil e Militar, além da Guarda Municipal de Mogi das Cruzes e o Departamento de Trânsito (Detran), Polícia Cientifica e o Departamento Municipal de Trânsito e Fiscalização de Posturas.
O grupo realizou atuações em 27 pontos de diferentes distritos da cidade.
Uma segunda etapa da mega-operação foi desencadeada pela PM durante a tarde, com a realização de bloqueios. Foram abordadas 356 pessoas, vistoriados 18 estabelecimentos comerciais, fiscalizados 25 carros e 107 motocicletas,
Destes, cinco automóveis e 24 motocicletas foram autuados. Mais 20 motos foram recolhidas ao pátio por infrações diversas.
O efetivo da operação conjunta chamou a atenção. Ao todo foram mobilizados 140 homens, 57 viaturas, seis motos além de dois helicópteros.
Por parte da Polícia Civil, a operação resultou na apreensão de R$ 33.280 em espécie e vários entorpecentes, como cocaína, maconha e crack. Havia 11 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão. Também foram registradas oito prisões relacionadas a crimes patrimoniais e tráfico de drogas.
Já a Polícia Militar vistoriou 18 locais de desmanche, sendo que foid foram lacrados devido à constatação da falta de rastreabilidade de peças e a venda de itens desegurança que possuem comercialização proibida
O objetivo foi o combate a desmanches irregulares e ilegais. A Polícia Civil também atuou contra crimes contra o patrimônio e tráfico de drogas. A ação serviu para estreitar laços entre as forças de segurança. Novas operações similares, com focos em outras áreas, são estudadas.
“Mais uma vez se comprova que a operação integrada com as forças de segurança trazem resultados positivos à sociedade paulista”, trouxe a PM em nota.
O ponto de saída dos policiais foi a avenida Cívica. No Mogilar e Nova Mogilar, moradores acordaram com o barulho dos helicópteros e a movimentação dos veículos, além de motos, que partiram para os pontos de fiscalização por volta das 8 horas. De volta, as forças se reuniram na avenida Cívica às 14 horas para ‘troca de informações’. No mesmo local, se juntaram agentes da PM, que partiram para a segunda etapa, que não teve detalhes divulgados para evitar interferência.
“A intenção foi fazer uma operação integrada com as forças de segurança do município. Estou há dois meses no comando regional. Meu programa de comando é fazer policiamentos integrados e continuar mantendo e até abaixando os índices criminais da cidade”, contou o coronel Wagner Giurni Gomes, que assumiu em fevereiro o Comando de Policiamento de Área Metropolitana 12 (CPA/M-12) do Alto Tietê. A ação marca a volta do trabalho dos coronéis nas operações. “Sempre gostei de trabalhar desta forma, na rua, de estar presente”, contou Gomes a O Diário.
Um dos primeiros endereços onde uma das equipes atuou foi na rua Profeta Jonas, na Vila Brasileira, onde foram cumpridos mandados de busca e apreensão. A região é conhecida por abrigar pontos de tráfico de drogas. Um helicóptero Pelicano fez voos baixos, em apoio às equipes em chão. A reportagem encontrou agentes da GCM e da PM na avenida Japão, em Braz Cubas, verificando documentos de estabelecimentos de autopeças de desmanche.