Com ajuda do Grupo Fera, família de Mogi reencontra cadela perdida há 3 anos
O desenho colorido, com sol radiante, sorrisos e muitos corações representam a grande alegria da família da artesã Joice Ostroski, de 45 anos, ao reencontrar Paloma, a cadela vira-lata, de estimação, que estava desaparecida havia três anos. Paloma se aventurou – e se perdeu – pelas ruas do Parque das Varinhas e de outros bairros […]
29/03/2021 20h27, Atualizado há 64 meses
O desenho colorido, com sol radiante, sorrisos e muitos corações representam a grande alegria da família da artesã Joice Ostroski, de 45 anos, ao reencontrar Paloma, a cadela vira-lata, de estimação, que estava desaparecida havia três anos. Paloma se aventurou – e se perdeu – pelas ruas do Parque das Varinhas e de outros bairros de Mogi das Cruzes,em junho de 2018, após um pequeno descuido no portão da garagem de sua casa. A família estava às vésperas de se mudar para Sorocaba, no interior do Estado. “Foi em questão de minutos. Tudo muito rápido. Ela (Paloma) fugiu, enquanto eu tirava o carro da garagem. Procuramos em tudo quanto foi lugar, até antes de mudarmos, mas não conseguimos encontrá-la”, relembra Joice. “As meninas (filhas Heloísa, na época com 8 anos, e Lorena, de 5 anos ) ficaram arrasadas, choraram muito. Não sabíamos o que fazer”, completa a artesã, que, após 9 meses, retornou a Mogi com as filhas, o marido e outras três cadelas (adotadas). Agora, numa casa, na Vila Industrial.
Amante dos animais, ela passou a acompanhar as postagens do Grupo Fera, em sua Página no Facebook. “Foi uma amiga quem indicou a Ong. Gostei muito. Fiquei curiosa com algumas postagens, inclusive de alguns animais para adoção. Não sei o porquê, mas algo me dizia que eu encontraria a Paloma por ali”, confidenciou. Algumas esperanças vieram nos últimos anos, segundo Joice. “Vi algumas fotos de cães bem parecidos com a Paloma, que estavam esperando por adoção, mas, por detalhes, descobrimos que não era ela”, lamentou.
Contudo, há alguns dias, a foto replicada pela vereadora Fernanda Moreno, de uma protetora, parceira do Grupo Fera, fez renascer a esperança na família de Joice. “Era muito parecida com a Paloma, ligamos e vimos que muitas das informações batiam. Ela (cachorra) estava num lar temporário se recuperando da castração. Conseguimos identificar de imediato, pelas cicatrizes, que era a Paloma. Quando a chamamos pelo nome ela veio, toda feliz e carinhosa. Muito emocionante”, conta Joice.
Os desenhos, um com Paloma toda alegre rodeada de corações e o sol; noutro com as “irmãs”, as outras cachorrinhas adotadas da família; estão fixados na sala de estar. “MInhas filhas querem que ela (Paloma) veja os desenhos e saiba que hoje, a família está completa. A Paloma está aqui conosco e ficará até o dia que fechar os olhos para esse mundo. Ao lado daqueles que a amam, de verdade”.