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Comércio tem avaliação positiva sobre as vendas de Natal deste ano em Mogi

O comércio passa pelo segundo ano de pandemia, porém dessa vez, otimista em relação ao avanço gradativo das vendas após o período mais crítico, em 2020, e da vacinação, que possibilitaram o maior fluxo de pessoas nas ruas. De acordo com lideranças dos comércios de Mogi das Cruzes, lojistas estão satisfeitos com as vendas deste […]

Por O Diário
27/12/2021 16h19, Atualizado há 56 meses

O comércio passa pelo segundo ano de pandemia, porém dessa vez, otimista em relação ao avanço gradativo das vendas após o período mais crítico, em 2020, e da vacinação, que possibilitaram o maior fluxo de pessoas nas ruas. De acordo com lideranças dos comércios de Mogi das Cruzes, lojistas estão satisfeitos com as vendas deste ano, embora ainda sem atingir os mesmos números de 2019, último período em que o mercado não tinha sido afetado por conta das restrições contra o contágio do coronavírus.

Para o vice-presidente da Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC), Roberto Assi, já existe uma estimativa de aumento entre 7% e 8% comparado com 2020, ano especialmente atípico para o mercado. “O fechamento desse balanço vai acontecer mais precisamente no final desse mês, mas segundo contato que tivemos com nossos associados as respostas foram bem positivas”, explica Assi.

Conforme avaliações sobre as vendas de 2021 na região, o vice-presidente da ACMC enfatiza que a análise se refere à comparação do ano passado e que o setor ainda terá dificuldades para voltar a demonstrar números iguais dos anos sem a Covid. “Foi melhor que 2020, porém não alcançou o patamar dos anos anteriores por vários fatores que nós estamos passando. Desde o desemprego, o próprio endividamento das famílias e a inflação que corrói um pouco a renda das pessoas, são exemplos”, acrescenta o representante da associação.

Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Mogi das Cruzes (Sincomércio), Valterli Martinez, as projeções para esse ano estavam em 11% sobre as vendas de 2020, meta que foi suprida com uma queda de 2% em relação a 2019. “Conversamos com comerciantes no dia 23 e a maioria estava satisfeita com as vendas. Não foi satisfatório o suficiente do ponto de vista das vendas dos anos antes da pandemia, mas foi o suficiente para manter as empresas abertas e manter ativo os contratos de trabalho”, esclarece Martinez.

Após mais um ano em que os comércios fecharam em alguns períodos, devido às fases de restrições impostas pelo Governo de São Paulo, quando se tinha maior número de pessoas infectadas pelo coronavírus – de fevereiro à abril -, Valterli considera que foi um ano complicado para o mercado e pontua que apesar de o feedback dos comerciantes ser otimista, “o cenário ainda não é muito positivo para o lojista, mas tende a melhorar”.

2022

Já olhando para o próximo ano, outra projeção é feita para a primeira quinzena de janeiro com um ponto de vista que pode favorecer as metas para 2022. “Essa estatística para o começo de janeiro é com base nas trocas de presentes do Natal. É uma opção que os lojistas sempre possibilitam, porque acaba se tornando venda a troca do presente talvez por um produto de valor superior”, pontua o presidente do sindicato, acrescentando que isso alavanca as vendas para a primeira quinzena de janeiro, podendo aumentar o percentual dos últimos dois anos de 2% a 3% de vendas.

O Diário entrou em contato com o Mogi Shopping, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria.

 

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