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Bolsonaristas de Mogi esperam por definições

O grupo de Mogi das Cruzes ligado a Jair Bolsonaro, que trocou o PSL, antigo partido do presidente, pelo Patriota, garante que continua unido e apenas aguarda uma definição do líder para decidir como deverá agir em relação às eleições do próximo ano na cidade e região.  Silvério Nobre, um dos responsáveis pelo movimento bolsonarista […]

Por O Diário
26/05/2021 15h07, Atualizado há 63 meses

O grupo de Mogi das Cruzes ligado a Jair Bolsonaro, que trocou o PSL, antigo partido do presidente, pelo Patriota, garante que continua unido e apenas aguarda uma definição do líder para decidir como deverá agir em relação às eleições do próximo ano na cidade e região. 

Silvério Nobre, um dos responsáveis pelo movimento bolsonarista em Mogi, garante que  o grupo está apenas esperando uma posição do presidente para seguir o caminho por ele traçado. “Para onde ele for, nós iremos”, garante, ainda na espectativa em relação ao partido a ser escolhido por Jair Bolsonaro.

Desde que deixou o PSL, que lhe serviu de legenda na eleição de presidente da República, em 2018, para tentar, sem sucesso até agora, fundar sua própria legenda, Bolsonaro continua sendo alvo de muita especulação. “Provavelmente ele vá para o PP, onde as conversas já estão bastante adiantadas”, diz Nobre, não descartando também a possibilidade de o Patriota entrar nessa disputa. A tendência, segundo admite o articulador, é que Bolsonaro opte por um partido com maior estrutura e, portanto, com maior tempo de televisão e recursos para serem utilizados durante a futura campanha eleitoral. Sob tal ponto de vista, não há dúvida que o PP leva vantagem sobre o Patriota e outros nanicos.

Tão logo Bolsonaro se defina, o grupo mogiano deverá oferecer ao partido pelo menos quatro alternativas de candidatos a deputado federal e estadual. A princípio, fala-se na possibilidade de uma dobradinha formada pelo médico mogiano Marcelo Oliveira, ex-integrante do Ministério da Saúde do governo bolsonarista, para deputado federal, e o próprio Silvério Nobre, para estadual. Nobre hoje atua como assessor parlamentar da vereadora paulistana Sonaira Fernandes, que já assessorou o próprio Bolsonaro e seu filho Eduardo,  quando deputados federais.

A outra dobradinha poderá ser integrada pela própria Sonaira Fernandes para federal, junto com Thiago Cortês, membro de uma tradicional família de Arujá, como candidato a deputado estadual.

“Estamos apenas aguardando uma definição sobre o partido para a consequente definição de quem serão os candidatos. Enquanto isso, continuamos a trabalhar nos bastidores da política local e regional visando fortalecer ainda mais o nosso grupo. Assim, quando a ordem do presidente Bolsonaro vier, estaremos prontos para estar ao lado dele na futura campanha para a reeleição”, afiança Silvério Nobre.

 

Um novo produto

A Valtra, fábrica de tratores do grupo americano AGCO, com sede no distrito de Braz Cubas, em Mogi, acaba de colocar no mercado um novo tipo de pulverizador, destinado ao uso em pequenas e médias propriedades. Com opções de barra de aspersão de 25 e 28 metros e motor de 4 cilindros e 174cv, o novo equipamento com sensor de altura e nivelamento de barras, que melhora a distribuição e deposição de gotas, permite elevar a produtividade em até duas sacas por hectare, conforme destaca comunicado da Valtra. Seu propulsor, diz a fabricante, proporciona uma economia de combustível de até 60% em relação aos modelos similares disponíveis no mercado.

Casarão sem banco

A semana começa com a desativação da agência do Banco Santander, que funcionava no antigo e belíssimo casarão que pertenceu à família Straube, na esquina das ruas Flaviano de Melo e Braz Cubas, no centro da cidade. Dois fatores teriam pesado no processo: a falta de acordo em relação a valores, no momento da renovação do contrato de aluguel do imóvel, e a tendência verificada junto às instituições bancárias que estão dando preferência ao atendimento aos clientes de modo online, feito com menos funcionários. Resta a expectativa em relação ao futuro do casarão, que integra um decreto de 2012 que prevê o crivo do Comphap em qualquer alteração que, porventura, vier a ser feita no imóvel.

Futuro ministro

Nos meios políticos de Brasília já é dada como certa a transferência do deputado federal da região, Roberto de Lucena (PODE), para o cargo de ministro do Turismo do governo Bolsonaro. A nomeação seria parte do acordo feito com a bancada evangélica da Câmara Federal para a eleição do atual presidente Arthur Lira (PP) a presidente da Casa.  Os entendimentos estariam adiantados a ponto de um assessor de Lucena já estar definindo os nomes para compor o futuro gabinete. Lucena, que foi secretário de Turismo de Geraldo Alckmin, substituirá Gilson Machado, que assumiu a pasta após a demissão de Marcelo Álvaro Antônio. Sorte do prefeito Caio Cunha (PODE), que terá um amigo no posto em que o atual integrante se envolveu na grande  confusão das fotografias retocadas durante visita.

Fechando o cerco

 

O prefeito municipal de Mogi, Caio Cunha (PODE), e o deputado federal Marco Bertaiolli (PSD) selam o acordo firmado entre ambos de lutarem juntos contra a instalalação de um pedágio na ligação rodoviária Mogi das Cruzes-Via Dutra, como desejam a Artesp e o governador do Estado de São Paulo, João Doria Júnior (PSDB).

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