Câmara pode abrir serviços funerários de Mogi a novas empresas
Está nas comissões permanentes da Câmara, para ser analisada e posteriormente votada em plenário, uma proposta de alteração na Lei nº7.619, de 27 de outubro de 2020, que dispõe sobre a normatização dos serviços funerários e das atividades desenvolvidas nos cemitérios municipais de Mogi. A mudança promete polêmica. O projeto de lei prevê que será […]
14/07/2021 17h22, Atualizado há 61 meses
Está nas comissões permanentes da Câmara, para ser analisada e posteriormente votada em plenário, uma proposta de alteração na Lei nº7.619, de 27 de outubro de 2020, que dispõe sobre a normatização dos serviços funerários e das atividades desenvolvidas nos cemitérios municipais de Mogi.
A mudança promete polêmica.
O projeto de lei prevê que será definida em cada procedimento licitatório, a quantidade de concessionárias que irá atuar na cidade.
Deverá ser seguido o critério de uma concessão para cada 125 mil habitantes ou fração, de acordo com o IBGE.
A proposta é assinada por Pedro Komura (PSDB), Francimário Farofa (PL) e Marcos Furlan (DEM).
Efeito pedágio
Repercutiu junto a sites políticos de Brasília, o fato de o prefeito de Mogi, Caio Cunha (PODE), haver se referido ao atual governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), como “futuro presidente”, num debate sobre a reforma administrativa realizada com prefeitos nesta terça-feira (13), por meios eletrônicos.
“Eu estou até emocionado em falar depois do senador Anastasia e do querido governador e futuro presidente Eduardo Leite“, teria dito Caio, antes de mostrar como tem trabalhado a reforma administrativa em Mogi.
O motivo de tanta repercussão: Leite – que recentemente as sumiu sua condição de homossexual numa entrevista a Pedro Bial, é candidato nas prévias do PSDB que deverão definir o futuro presidenciável do partido.
Outro candidato peessedebista é João Doria, governador de São Paulo, que também quer concorrer à Presidência da República.
A explicação mais plausível para a fala de Caio Cunha pode ser uma resposta a Doria por sua indiferença em relação ao pedágio que seu governo quer implantar na rodovia Mogi-Dutra.
Reivindicação do ABC
Aconteceu durante uma audiência de representantes do Consórcio Intermunicipal Grande ABC (uma espécie de Condemat de lá), com o secretário-executivo de Desenvolvimento Regional do Estado Rubens Emil Cury, nesta terça (13).
Num pacote de reivindicações daquela importante região, entregue pelo consórcio ao governo paulista constava, entre tantas outras, asfaltamento e drenagem da SP-43, entre o distrito de Ouro Fino Paulista, em Ribeirão Pires, até a SP-102, em Mogi das Cruzes.
A SP-102 é mais conhecida como rodovia Prefeito Francisco Ribeiro Nogueira, que liga o trecho inicial da Mogi-Bertioga até o distrito de Taiaçupeba, estendendo-se até a região do Sertão dos Freire.