Chuvas voltam a levar problemas aos moradores do Mogilar
Após novos alagamentos que foram registrados no último final de semana, o ambientalista e presidente da Associação dos Amigos do Mogilar, José Arraes, apontou à Prefeitura a possível ocorrência de problemas em duas galerias subterrâneas quadradas que podem estar danificadas. Elas têm início junto à rotatória da rua Joaquina Maria de Jesus, em frente à […]
15/03/2022 07h13, Atualizado há 53 meses
Após novos alagamentos que foram registrados no último final de semana, o ambientalista e presidente da Associação dos Amigos do Mogilar, José Arraes, apontou à Prefeitura a possível ocorrência de problemas em duas galerias subterrâneas quadradas que podem estar danificadas. Elas têm início junto à rotatória da rua Joaquina Maria de Jesus, em frente à escola Leonor de Oliveira Melo, e terminam na avenida junto ao Hospital Luzia de Pinho Melo.
“Tenho certeza de que ela ‘afogou’, coisa que nunca mais tinha acontecido”, diz Arraes, lembrando que a canalização pode ter sido danificada por caminhões pesados que circulam por aquela região, assim como o grande número de carros”.
O ambientalista avisa: “Vai dar um trabalhão resolver isso”. Arraes lembra que ele já havia previsto que isso poderia acontecer. Segundo ele, em frente às barracas de ambulantes existem depressões enormes, justamente em cima da galeria.
“Foi muito difícil conseguir estas drenagens, em tempos passados. É preciso preservá-las”, diz Arraes, lembrando que também na rua Dr. Deodato, a partir da Padaria Natural em direção ao rio Tietê, o sistema de drenagem necessita de limpeza urgente”. Ele cita que uma outra galeria, das ruas Antonia Veiga Ruiz e Fidalgo, por não terem grandes movimentos de caminhões e carros, “não tiveram problemas”.
DAEE
José Arraes disse ainda que pretende encaminhar ao superintendente do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), por meio do deputado Marcos Damasio (PL), fotos das inundações ocorridas neste sábado para tentar apressar a liberação do desassoreamento e limpeza do rio Tietê no trecho que corta alguns dos mais importantes bairros da cidade.
Desmonte geral
O União Brasil, resultado da fusão entre PSL e DEM para ser a maior bancada da Câmara, está se desmilinguindo. Até sábado, já havia perdido 16 dos seus 81 deputados.
Calcula-se que vá permanecer com cerca de 50, uma bancada que pode ser menor que a do PT.
A maioria dos rebelados tem um endereço: o PL de Jair Bolsonaro e Valdemar Costa Neto.
Na Assembleia Legislativa de São Paulo, a situação não é muito diferente. A debandada favorece também o PL, que começou o mandato com apenas seis deputados e a essa altura dos acontecimentos, já contava, neste final de semana, com 16. Com a saída de tanta gente, já há quem aposte que o União Brasil ficará apenas com os deputados do DEM.
Retrato na parede
Um pôster afixado numa das paredes do gabinete do vereador Edson dos Santos (PSD), onde ele aparece junto com o deputado federal Marco Bertaiolli (PSD), tem despertado os mais diferentes comentários.
Com as inscrições: “O trabalho não para – Esta é a nossa mogianidade”, alguns observadores da enorme fotografia veem aquilo como uma espécie de primeiro cartaz de uma possível campanha para deputado. Bertaiolli para federal e Edson para estadual. Não fosse o acordo já firmado com Valdemar Costa Neto (PL) para uma dobrada com o estadual Marcos Damasio (PL) na cidade, seria uma hipótese a ser admitida. Mas o acordo está fechado e, pelo menos ao que se sabe, parece não haver chances de ser rompido.
Pelo visto, o pôster é só mesmo uma demonstração de afeto mútuo.