Deputado André do Prado é eleito vice-líder do governo na Assembleia
A região do Alto Tietê tem agora um importante aliado para ajudar a convencer a Artesp e o governador João Doria (PSDB) a desistirem, de uma vez por todas, da implantação do pedágio na ligação rodoviária Mogi das Cruzes-Via Dutra. O deputado André do Prado (PL), de Guararema, que já ocupa o cargo de vice-presidente […]
23/06/2021 17h27, Atualizado há 59 meses
A região do Alto Tietê tem agora um importante aliado para ajudar a convencer a Artesp e o governador João Doria (PSDB) a desistirem, de uma vez por todas, da implantação do pedágio na ligação rodoviária Mogi das Cruzes-Via Dutra.
O deputado André do Prado (PL), de Guararema, que já ocupa o cargo de vice-presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, foi eleito, nas últimas horas, vice-líder do governo Doria naquela Casa.
Um dos mais atuantes deputados estaduais paulistas, André do Prado está começando a colher os frutos políticos que cultivou ao longo de dez anos dos três mandatos, em sequência, que vem exercendo.
Tem força de sobra para atuar contra o pedágio.
Flor do mal
Na contramão de suas ações em favor do plantio de mais árvores em toda a cidade, a vereadora Fernanda Moreno (MDB) é autora de um projeto de lei que proíbe o plantio de uma espécie em Mogi das Cruzes.
A vereadora se refere à espatódea (Sphatodea campanulata), também conhecida como “bisnagueira”, portadoras de alcalóides tóxicos em suas flores, que tanto podem causar alucinações em seres humanos, como matar as abelhas e colibris que têm contato com o néctar existente em seus interiores.
As maiores vítimas são as abelhas sem ferrão, úteis na polinização de jardins e lavouras.
O plantio da espatódea já foi proibido em inúmeras cidades, especialmente no estado de Santa Catarina, no sul do País.
De olho nas funerárias
É de autoria do vereador Marcos Furlan (DEM) o projeto de resolução que prevê a formação de uma Comissão Especial de Vereadores para acompanhar e fiscalizar as ações e serviços das funerárias concessionadas do município.
O assunto é complicado e a necessidade de melhorias nesse setor vem de muito tempo, sem que nada aconteça.
A própria Câmara já se movimentou em outras legislaturas e pouco ou nada aconteceu.
Além de fiscalizar as ações de empresas que já chegaram a enterrar pessoas com identidades trocadas, é preciso ir mais além. No rumo de cemitérios que abrem covas em alamedas de pedestres por falta de espaço, inexistência de crematório, e falta de ação para solucionar tais problemas. Só para ficar apenas em alguns dos casos mais urgentes e questionáveis.