Deputado Clodovil Hernandes demonstra ingratidão com eleitores
O leitor Joel Avelino Ribeiro conta que o prefeito e alguns vereadores de uma cidadezinha dos confins do Vale do Ribeira decidiram fazer campanha para o então candidato a deputado federal Clodovil Hernandes, o famosos estilista que se elegeu com grande facilidade. Os políticos acharam que era o momento da cobrança. Foram ao gabinete do […]
06/02/2022 15h55, Atualizado há 55 meses
O leitor Joel Avelino Ribeiro conta que o prefeito e alguns vereadores de uma cidadezinha dos confins do Vale do Ribeira decidiram fazer campanha para o então candidato a deputado federal Clodovil Hernandes, o famosos estilista que se elegeu com grande facilidade.
Os políticos acharam que era o momento da cobrança.
Foram ao gabinete do deputado, em Brasília, e lhe disseram que graças ao trabalho deles, o candidato havia alcançado mais de 70% dos votos de lá.
E que, por isso mesmo, desejavam fazer algumas reivindicações, ao que o parlamentar respondeu, bem a seu modo:
“Eu , por acaso, fui em sua cidade? Pedi votos a alguém de lá? Isso é problema de vocês!” Decepcionados com a acolhida, os políticos voltaram e resolveram contar a verdade aos eleitores, pela vergonha que passaram…
Devagar para não matar
Não será surpresa, se na próxima campanha eleitoral alguém tiver de utilizar argumento semelhante ao que José Maria Alkimin, célebre político mineiro usou, muito tempos atrás, quando foi questionado sobre o agravamento da crise econômica, com os preços subindo assustadoramente, desemprego aumentando e outras desgraças.
Buscando amenizar a situação para o lado governista, onde sempre costumava estar, ele disse:
“Calma gente, a crise não atacará de forma tão violenta assim. Cada um vai vivenciá-la de modo diferente. Se durar seis meses, passaremos boa parte desse tempo dormindo. Noutras vezes, comendo. Um bom espaço do tempo será dedicado a conversas. Uma outra parte para o lazer. Depois, a crise será vivida dia a dia, dia após dias. Suavemente…”
Sem dúvida, um bom discurso para os governistas de plantão.
Escola para quê?
Cada um convive com a gagueira a seu modo. O prefeito Caio Cunha, por exemplo, sempre procurou se divertir com a sua.
A ponto de denominar de Ca-Caio Cast, um podcast que chegou a fazer por algum tempo, depois de eleito.
Contam que o presidente Dutra tinha um auxiliar, oficial do Exército, que resolveu curar a gagueira.
Soube que no Méier, bairro do Rio, tinha uma escola para gagos.
Tocou para lá. O endereço que levou não coincidia.
Procurou pelo bairro todo e… nada. Decidiu se socorrer com o português da esquina, desses de bigode e tamanco, cara de quem desceu na praça Mauá:
“O sesenhor popopodia me inininformar se aaaqui temtem uma escola para gagagago? E o português, demonstrando surpresa: “Mas o senhor já fala gago tão bem, para que quer escola?”