Diário Logo

Encontre o que você procura!

Digite o que procura e explore entre todas nossas notícias.

Documentário premiado de ator mogiano reflete sobre a violência contra imigrantes

O filme “Meu Corpo, Minha Fronteira”, que faz uma reflexão sobre as diversas formas de violência e exploração sexual de migrantes, especialmente mulheres, crianças e pessoas LGBTQIA+, deu ao ator mogiano Eduardo Mossri, o Prêmio Margarida de Prata, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), como melhor curta-metragem. Realizado em parceria com Karen Menatti […]

Por O Diário
29/11/2022 07h04, Atualizado há 44 meses

O filme “Meu Corpo, Minha Fronteira”, que faz uma reflexão sobre as diversas formas de violência e exploração sexual de migrantes, especialmente mulheres, crianças e pessoas LGBTQIA+, deu ao ator mogiano Eduardo Mossri, o Prêmio Margarida de Prata, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), como melhor curta-metragem.

Realizado em parceria com Karen Menatti e Flavio Barollo, o trabalho contou com o apoio do Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados do Brasil.

Com duração de 27 minutos, o filme nasceu após o mogiano ter feito dois meses de trabalho voluntário em Roraima, a convite do Serviço Jesuíta. Teve o roteiro, direção e filmagem realizados por Mossri, Menatti e Barollo, contando com a participação de atores e não atores, migrantes e refugiadas de diferentes nacionalidades.

O emocionante trabalho segue a linha de pesquisa a respeito do tema imigração, ancestralidade e preservação dos direitos humanos promovida pelo mogiano Eduardo Mossri, que tem em seu currículo o espetáculo “Cartas Libanesas”, um monólogo criado a partir de cartas trocadas por seus avós, além da participação na novela “Órfãos da Terra”, da Rede Globo, mostrada em toda a região do Alto Tietê pela TV Diário, vencedora dos Prêmios Emmy Awards, Rose Rose d’Or Awards e Seoul International Drama Awards.

Durante o ano de 2020, Mossri passou a se dedicar ao trabalho voluntário no Serviço Jesuíta a Imigrantes e Refugiados, em Boa Vista (Roraima), no acolhimento de pessoas em situação de refúgio. 

Em razão desta experiência, o ator foi convocado para a realização do trabalho cinematográfico, em parceria com Karen Menatti e Flavio Barollo, seus antigos parceiros artísticos.

O documentário foi produzido a partir da intenção de “juntar vozes no combate da xenofobia, sexismo, homofobia e a todas as formas de exploração e abuso sexual. O filme relata casos reais e fictícios  de pessoas migrantes em diferentes situações  de abuso e exploração sexual,” diz Mossri.

Mais noticias

Vai preparar salmão? Veja 3 receitas deliciosas para o fim de semana

Manutenção na rede elétrica pode afetar abastecimento de água no Jardim Bela Vista, em Mogi

3 orações para o Dia de Santo Afonso

Veja Também