Marco Bertaiolli é a mais recente vítima da Covid-19 entre políticos
O deputado federal mogiano, Marco Aurélio Bertaiolli (PSD), acordou em Brasília, na manhã de quinta-feira (17), sentindo uma certa indisposição, dores pelo corpo e cabeça dolorida. “Acho que a gripe me pegou”, pensou ele, antes de seguir para mais um dia de trabalho na Câmara Federal. O dia foi intenso, com muita coisa a seresolver, […]
20/02/2022 08h45, Atualizado há 54 meses
O deputado federal mogiano, Marco Aurélio Bertaiolli (PSD), acordou em Brasília, na manhã de quinta-feira (17), sentindo uma certa indisposição, dores pelo corpo e cabeça dolorida. “Acho que a gripe me pegou”, pensou ele, antes de seguir para mais um dia de trabalho na Câmara Federal.
O dia foi intenso, com muita coisa a seresolver, mas parecia que demorava mais a passar, por conta dos sintomas que insistiam em incomodá-lo.
Foi assim até a tarde, quando ele entrou no avião para retornar a Mogi das Cruzes.
Quando chegou à cidade e vendo que os sintomas não passavam, o deputado decidiu procurar o Hospital Municipal, no distrito de Braz Cubas, para uma testagem que ele imaginava ser rotineira para comprovar uma gripe mais forte.
Ao final, recebeu a má notícia:
“É Covid-19, deputado”.
Depois de medicado, só lhe restou ir para casa e se isolar pelos próximos dias.
Um poeta em maus lençóis
José Arraes lembra que, por muitos anos seguidos, a data de 2 de setembro, “Dia do Rio Tietê”, era comemorada com um passeio de barcos desde o antigo bar do Menegas, no caminho para César, até o estaleiro do DAEE, no Mogilar.
O Corpo de Bombeiros acompanhava os participantes com seus barcos.
Num desses dias, o escritor Cícero Buark, também conhecido como “o poeta da natureza”, resolveu descer o rio de caiaque.
O passeio estava chegando ao seu final, quando próximo à Ilha Marabá, junto à ponte da avenida José Meloni, já no Mogilar, o caiaque virou, deixando o poeta, literalmente, em maus lençóis. “Socorrido pelos bombeiros, Buark terminou o passeio em um barco comum, mas contente e muito satisfeito por ter feito parte da comitiva durante a homenagem ao rio Tietê”, garantiu à coluna o ambientalista José Arraes.
Solidário até na dívida
Petrópolis, a cidade castigada por temporais, nos últimos dias, era também a terra de Antonio Carlos Portela, “senhor rico e bom”, como conta o consultor Gaudêncio Torquato:
Dava aval a todos, na cidade.
Gostava de política. Quando chegava a campanha eleitoral,sua maneira de ajudar os amigos era avalizar empréstimos para as despesas.
Certa eleição, avalizou título para um candidato a deputado, que perdeu feio e ficou em dificuldades de pagar.
O gerente do banco, sabendo que não receberia do devedor, foi ao avalista:
– Senhor Portela, o título está vencido. Preciso que o senhor pague. Como avalista, o senhor é solidário.
– Sou, sim. Sou muito amigo dele e estou inteiramente solidário com ele. Se ele não pagou, é porque tem seus motivos. Porque estou solidário, não pago também.