Diário Logo

Encontre o que você procura!

Digite o que procura e explore entre todas nossas notícias.

Profissionais da Enfermagem podem ter carga horária reduzida em Mogi

A vereadora Inês Paz (PSOL) comemorou o atendimento à sua solicitação para que a Prefeitura de Mogi estudasse a redução para 30 horas da jornada dos profissionais de enfermagem.  Em documento, a Secretaria de Saúde lhe informou que  é “favorável à regulamentação da jornada de 30 horas semanais para o pessoal de enfermagem (enfermeiros, técnicos […]

Por O Diário
24/06/2021 17h19, Atualizado há 62 meses

A vereadora Inês Paz (PSOL) comemorou o atendimento à sua solicitação para que a Prefeitura de Mogi estudasse a redução para 30 horas da jornada dos profissionais de enfermagem. 
Em documento, a Secretaria de Saúde lhe informou que  é “favorável à regulamentação da jornada de 30 horas semanais para o pessoal de enfermagem (enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem), Entretanto, ressaltamos que há necessidade de realizar um estudo junto às unidades de saúde, tendo em conta o redimensionamento profissional com a redução da jornada, e ainda avaliando o cenário atual a fim de identificar a necessidade da expansão quantitativa dos recursos humanos da enfermagem.”  
Ou seja, estudado está; mas para a medida ser  implementada ainda deve demorar algum tempo.

Aprovada a MP 1.040

Já era madrugada de quinta-feira (24), quando o deputado  federal Marco Bertaiolli (PSD) pôde, enfim, comemorar o resultado  de dois meses de trabalho duro para relatar a Medida Provisória 1.040, que busca melhorar o ambiente de negócios no País para facilitar a geração de empregos.
 A proposta de autoria da equipe econômica do governo passou por uma série de alterações propostas pelo deputado, após ouvir entidades de classe, economistas e o próprio pessoal do Ministério  da Economia, incluindo o ministro Paulo Guedes. 
Bertaiolli recebeu elogios do presidente da Câmara, Arthur Lyra (PP), pela qualidade do trabalho, concluído 30 dias antes do prazo final, que agora deverá ser submetido ao Senado. 
O mogiano deve  continuar  observando a MP e até negociando para impedir que sofra  alterações radicais em seu teor.
Votação
A aprovação da MP foi relativamente fácil. Mesmo com a votação simbólica, é possível dizer, levando em conta a orientação das bancadas, que o texto teve apoio de 503 dos 513 deputados. 
Apenas o PSOL, cuja bancada é de 10 deputados, orientou o voto contra a proposta.
Sem “jabutis”
Um assessor com experiência no andamento de trabalhos legislativos, consultado pela coluna, disse que Bertaiolli deverá acompanhar, mesmo que à distância, a tramitação da MP no Senado.
Ele, entretanto, não acredita que a proposta venha a sofrer modificações radicais pelos senadores. “É uma MP que mexe com muitos setores, e isso é mais combatido na Câmara. O texto saiu de lá bem construído, sem ‘jabutis’ ou coisas polêmicas demais, por isso não deve haver muitos problemas no Senado”, disse o assessor.
Com menos parlamentares, o Senado não deve representar maiores problemas para o trabalho de Bertaiolli, pois existe maior facilidade para acordos.
Apesar de admitir tais facilidades, o assessor diz quedeputado deve se manter atento, pois “o trabalho só acaba mesmo quando for para a sanção do presidente Jair Bolsonaro”.

Livros para deficientes visuais

Garantir a compra de livros acessíveis às pessoas com deficiência visual e incentivar a prática da leitura entre elas, como forma de inclusão social, garantido-lhes o acesso a novidades de obras literárias em braile e audiolivros. 
Esta é a proposta básica de um projeto de lei aprovado durante esta semana pela Câmara de Mogi. Segundo o seu autor,  o vereador José Luiz Furtado (PSDB), “possibilitar a igualdade é dever dos governos, que devem priorizar políticas públicas e programas de acessibilidade. Direitos humanos, democracia e acessibilidade são valores inalienáveis e indissolúveis, pois defendem o reconhecimento e a valorização da diversidade humana como meio para uma vida independente e cada vez mais inclusiva.”

Conversando com Bial

O padre cantor Alessandro Campos passou boa parte do dia de ontem agradecendo a centenas de manifestações de congratulações por sua participação no programa “Conversa com Bial”, mostrado para toda a região do Alto Tietê pela TV Diário, no começo da madrugada desta quinta-feira (24).
Com seu estilo simples e esbanjando simpatia, o religioso saiu-se muito bem ao comentar fatos relacionados à sua história de vida, carreira artística e até algumas questões mais delicadas, como processos na área judicial e o uso que faz do dinheiro que arrecadava nos shows por todo o País, até a chegada da pandemia.
O livro “Eu Não Aguento Mais”, atualmente no topo das listas dos mais vendidos no segmento de auto-ajuda em todo o País, foi um dos motes abordados pelo apresentador Pedro Bial.
Carreira
Ao falar de sua formação religiosa, ele contou as dificuldades enfrentadas no início dos estudos, quando chegou a ir a pé, do distrito de Braz Cubas, onde morava, até a Fazenda Tabor, na região da Serra do Itapeti, na Mogi-Dutra, percorrendo uma distância de mais ou menos sete quilômetros.
Falou de sua relação com a família, especialmente com a avó, que o criou. De sua precoce opção pela vida sacerdotal – “eu brincava de celebrar missa com groselha, bolacha maria e um vestido de minha avó como batina”.
Justiça
Questionado sobre processos na Justiça, ele explicou as escaramuças jurídicas  com um antigo empresário que tentou, sem sucesso, colocar a carreira artística do padre acima da religião. 
O contrato foi desfeito e algumas cláusulas que, segundo Alessandro, foram assinadas de boa fé, “até sem ler”, continuam sendo discutidas na Justiça. 
Nesse momento, padre Alessandro disse uma das frases que marcaram a conversa com o apresentador:
“Não quero ser obediente a um empresário, mas à Igreja, ao bispo e à minha vocação”.
Velhinhas
Bial explorou bem a relação do padre Alessandro com suas fãs sexagenárias e ele aproveitou a oportunidade para fazer verdadeiras declarações de amor e atribuir a elas o sucesso de vendas de seus livros (o atual é o quarto) e CDs.
Quando questionado sobre as roupas de grife e diante de uma imagem ao lado de um helicóptero, o padre citou o santo João Paulo II que , em uma de suas cartas, incitava os religiosos a estarem ao lado do povo, fazendo aquilo que as pessoas fazem e gostam. Disse também que o helicóptero era de “um amigo”, mas não escondeu o desejo de possuir um aparelho daqueles, que muito o ajudaria nas viagens para shows por todo o Brasil.
Música
Além da relação com o público feminino, quando padre Alessandro repetiu que ao fazer a opção pela Igreja, deixou todas as outras questões para trás, Bial falou bastante com ele sobre o seu lado musical. O religioso lembrou que vem de uma família de gente ligada à música e que desde criança sempre esteve envolvido com esse lado musical dos parentes.
Foi mostrado ainda um vídeo do padre ao lado de Sérgio Reis e Renato Teixeira interpretando “Romaria”.
Por fim, Bial repetiu para ele as perguntas que o padre faz para os leitores, ao final de seu livro. E quando indagado sobre qual a música gostaria de cantar ao final da pandemia e na volta aos palcos, ele cantou o seu maior sucesso que diz: “O que eu sou sem Jesus?/ Nada, nada, nada/ Sem Jesus, o que é que eu sou?/ Nada, nada, nada”
 

Mais noticias

Desconhecimento e procrastinação: inimigos que transformam o câncer colorretal no segundo tumor de maior incidência no Brasil

Estações do Alto Tietê amanhecem fechadas durante greve de funcionários da CPTM

Tarot do dia: previsão para os 12 signos em 04/08/2026

Veja Também