Rodovia Ayrton Senna terá mais 11 km de terceira faixa no trecho de Mogi
O governo do Estado de São Paulo autorizou o início das obras de implantação de terceira faixa de rolamento em 11 km da rodovia Ayrton Senna, num trecho passa por Mogi das Cruzes. Os trabalhos serão executados entre os Km 45 e 56 da SP-70, na pista do sentido Mogi-Capital. Cerca de 100 postos de […]
01/07/2022 07h05, Atualizado há 49 meses
O governo do Estado de São Paulo autorizou o início das obras de implantação de terceira faixa de rolamento em 11 km da rodovia Ayrton Senna, num trecho passa por Mogi das Cruzes. Os trabalhos serão executados entre os Km 45 e 56 da SP-70, na pista do sentido Mogi-Capital.
Cerca de 100 postos de trabalho diretos e indiretos irão surgir em função das obras que serão executadas pela própria concessionária da via, a Ecopista.
Segundo a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), o investimento para execução dos serviços será de R$ 30,2 milhões.
A terceira faixa deverá servir para eliminar pontos de congestionamento e proporcionar mais fluidez ao tráfego, além de aumentar as condições de segurança para quem circula pela região.
A previsão da Artesp é que as obras estejam encerradas até junho do próximo ano. A Ecopistas, que deverá executar as obras, é também responsável pela administração e operação do complexo Ayrton Senna/ Carvalho Pinto, que são fiscalizadas pela agência reguladora vinculada ao governo do Estado de São Paulo.
De acordo com as previsões da Ecopistas, a implantação dos 11 km de terceira faixa deverá beneficiar cerca de 3,7 mil usuários que passam diariamente por aquele trecho. A maioria deles é formada por moradores de Mogi das Cruzes e demais municípios da região do Alto Tietê, que atingem aquela rodovia por meio da Mogi-Dutra ou da Mogi-Guararema.
A Ecopistas vem, desde o ano passado, preparando terreno para as futuras obras, realizando o deslocamento das fibras óticas do canteiro central, intervenções que antecedem a construção da nova pista. Para a concretização dessas melhorias, o projeto prevê ainda o alargamento de dois viadutos, no km 51 e km 46, juntamente com melhorias no pavimento da estrada.
“Com a conclusão das obras, teremos um aumento de até 50% na capacidade do tráfego naquele segmento. Outro ganho será na agilidade no escoamento da produção local como as hortaliças e frutas das cidades que compõem o Cinturão Verde, por exemplo”, explica o diretor-geral da Artesp, Milton Persoli. Para o secretário João Octaviano Neto, secretário de Logística e Transportes, as obras integram “o maior programa de recuperação e modernização de estradas da história do Estado. E melhorando a Logística, ampliamos também a segurança e garantimos melhores condições de mobilidade a todos”.