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Waldemar quase perde os dentes ao dar ‘selinhos’ em dezenas de mulheres

No último de seus quatro mandatos, o prefeito Waldemar Costa Filho foi até o Jardim Piatã, na Divisa, visitar a amiga e fiel cabo eleitoral Maria de Lourdes, que encheu a casa com suas vizinhas.  A conversa foi longa e, ao se despedir, na saída, uma das senhoras, um tanto, digamos, moderninha, pediu um ‘selinho’ […]

Por O Diário
17/04/2022 08h18, Atualizado há 52 meses

No último de seus quatro mandatos, o prefeito Waldemar Costa Filho foi até o Jardim Piatã, na Divisa, visitar a amiga e fiel cabo eleitoral Maria de Lourdes, que encheu a casa com suas vizinhas.
 A conversa foi longa e, ao se despedir, na saída, uma das senhoras, um tanto, digamos, moderninha, pediu um ‘selinho’ ao prefeito, que não se fez de rogado e lhe tascou o beijo na boca, como costumava fazer a apresentadora Hebe Camargo.
Quando se virou, deu de cara com uma fila enorme. 
As demais presentes também queriam ganhar o selinho. 
A verdadeira via sacra levou alguns bons minutos. “Pensei que fosse perder os dentes”, confidenciou Waldemar, bem-humorado, quando conseguiu chegar à Prefeitura de Mogi.

Dirigindo ao lado do homem da capa preta
O vereador Luiz Gomes da Silva, o “Montanha”, viajava em seu carro, entre Biritiba Ussu, onde morava, e Mogi das Cruzes, para participar da sessão da Câmara Municipal. 
Foi então que, a certa altura do caminho, notou que o carro que vinha atrás dele insistia em acionar os faróis para que ele parasse. 
O vereador foi para o acostamento e, ao descer do veículo, reconheceu o motorista que o seguia: era o assessor de uma vereadora daquela época, seu velho conhecido. 
O homem estava pálido e, ainda trêmulo, perguntou a “Montanha” quem era “aquele homem de capa preta e chapéu igualmente escuro”, que desaparecera misteriosamente, após viajar por um longo tempo ao lado do vereador.
 “Montanha” não soube responder, pois estava sozinho em seu automóvel, desde que deixara sua casa. 
Mas, por via das dúvidas, daquele dia em diante, nunca mais teria feito aquele trajeto desacompanhado.

“É a égua da sua mãe”, disse o ilustre senador
O jornalista Murilo Melo Filho acompanhava os debates no Senado, que caminhavam num crescente altamente perigoso. 
E assistiu quando, chamado certa vez de “rebotalho da ditadura”, o senador Victorino Freire reagiu ao orador: 
“Rebotalho da ditadura é a égua da sua mãe!” 
Foi advertido pelo presidente, senador Melo Vianna, que lhe solicitou retirar as grosseiras expressões, que não condiziam com cordialidade exigida no plenário da Casa. 
Mas não surtiu muito efeito e Victorino não arredou pé: 
“Não retiro uma só palavra, coisa nenhuma. Sempre que esse sujeito me insultar, trarei a mãe dele para o plenário, pois não ponho diamante em tromba de porco”.  
Mais uma contada pelo jornalista Cláudio Humberto Rosa e Silva, um cronista dos bastidores da política nacional. 
 

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