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“Xerife” volta a agir na passarela de pedestres no bairro do Mogilar

Ainda presidente do Conselho de Segurança (Conseg) de Mogi das Cruzes, José Arraes atravessava a  Passarela Bento Antonio de Oliveira, na rua Padre João, no Mogilar, quando foi surpreendido por duas motos da PM vindas em sua direção, usando a passagem. Arraes os parou, se identificou como dirigente do Conseg, indagando se havia alguma ocorrência […]

Por O Diário
03/04/2022 08h08, Atualizado há 55 meses

Ainda presidente do Conselho de Segurança (Conseg) de Mogi das Cruzes, José Arraes atravessava a  Passarela Bento Antonio de Oliveira, na rua Padre João, no Mogilar, quando foi surpreendido por duas motos da PM vindas em sua direção, usando a passagem.

Arraes os parou, se identificou como dirigente do Conseg, indagando se havia alguma ocorrência em andamento por ali.

 E, ao receber a  resposta negativa, disse a eles que a passarela era para pedestres e não para motos.
Os policiais o ameaçaram autuar por desacato, mas outras pessoas que passavam apoiaram a ação do cidadão.

 De lá, Arraes ligou para o capitão Alcides, que era comandante da Companhia e também do Conseg, o qual determinou que os PMs voltassem para atravessar o local pela rua.

Depois disso, a pedido da Associação dos Amigos do Mogilar, a Prefeitura colocou  pequenos postes limitadores  de espaço nos dois acessos à passarela, tanto pelo lado do bairro como pelo lado da área central da cidade

O dinheiro do coronel

Coronel Juca Peba tinha dinheiro, e muito, guardado sob o travesseiro.

Até que inauguraram a agência do Banco do Brasil, em Cajazeiras.

 A gerente foi procurar o coronel com o argumento:

“Coronel, bote o dinheiro no banco. Vai ser guardado, bem guardado, e vai render juros”.

 Depois de muita conversa, o coronel, ainda desconfiado, foi ao banco com 100 contos numa bolsa.
Tirou, contou.

Uma, duas, três vezes.

Depositou.

Matreiro, ficou na espreita, na calçada, espiando o movimento do banco.
A desconfiança aumentou, voltou ao caixa. Ordenou:

“ Quero os 100 contos que eu botei aqui. Já”.

Aflito, o bancário foi buscar o dinheiro.

O coronel pegou o maço.

Conferiu.

Uma, duas, três vezes.

E devolveu, sob a expressão juramentada:

– Eu só queria mesmo conferir. Pode guardar. 

(História de Gaudêncio Torquato, em suas Porandubas Políticas )

Salvo da cadeia pela farda

Lá pelos anos 70, o Biritiba FC era filiado à Liga Municipal de Mogi.

Certo dia, num disputadíssimo derbi com o Primeiro de Setembro, em Biritiba, o time da casa perdia e um torcedor da própria cidade, de nome Agenor, passou a despejar uma série de impropérios contra os jogadores da casa.

Eis que um jogador, Jurandir Sevalli, que era também presidente do clube biritibano,foi até Agenor e lhe desferiu  uns bons sopapos.

Jogo interrompido pela briga, a Polícia entra em campo e dá voz de prisão aos dois brigões, que seriam levados para a cadeia.

Mas entre os jogadores do Biritiba estava um jovem advogado, João José de Siqueira, que, de pronto, afirmou que o jogador Jurandir não poderia ser preso, pois estava a trabalho e fardado, no caso, o uniforme do time. Prevaleceu a tese do causídico e somente Agenor acabou indo parar na cadeia.

(Mais uma contada por Elias Tomé da Silva Pires)

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