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Covid mata professor Marcos Godoy aos 61 anos

A Covid-19 tirou a vida de mais um educador de Mogi das Cruzes. O professor Marcos Antônio de Godoy Penteado, 61 anos, morreu nesta sexta-feira (28), por complicações causadas pela doença e foi sepultado na tarde deste sábado (29) Devido às regras da pandemia, não houve velório, mas amigos e familiares fizeram um cortejo, de […]

Por O Diário
29/05/2021 13h23, Atualizado há 63 meses

A Covid-19 tirou a vida de mais um educador de Mogi das Cruzes. O professor Marcos Antônio de Godoy Penteado, 61 anos, morreu nesta sexta-feira (28), por complicações causadas pela doença e foi sepultado na tarde deste sábado (29)

Devido às regras da pandemia, não houve velório, mas amigos e familiares fizeram um cortejo, de carro, para acompanhar o carro funerário que levou o corpo do Velório Municipal Cristo Redentor, no Parque Monte Líbano, até o Cemitério da Saudade, na Vila Lavínia, em Braz Cubas. No local houve permissão de entrada de apenas 20 pessoas para acompanhar o sepultamento.

Palmeirense e apaixonado por motocicletas, o profissional era bastante conhecido e querido na cidade. A sua morte causou comoção nas redes sociais, onde familiares, amigos, alunos e colegas de trabalho, fizeram várias postagens comentando a morte e destacando o legado deixado na área da educação.

A executiva regional da subsede de Mogi do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) também comentou a perda. “É com muito pesar que a subsede da Apeoesp de Mogi das Cruzes lamenta o falecimento do professor, educador e lutador Marcos Antônio Penteado, que já foi membro da executiva regional. Desejamos nossas condolências e pesar a familiares e amigos. Marcos Antônio, presente”, trouxe a postagem da Apeoesp.

A professora Sandra Pacca também lamentou a morte do amigo na internet: “E pensar que na semana passada eu estava lhe dando parabéns pelo seu aniversário. Meu amigo querido, Marco Godoy,  o Marquinho, se foi. Nossa história começou na década de 80, no Francisco Ferreira Lopes e nunca mais parou. Por volta de 2005, apresentei a ele o mundo do professor universitário e ele amou e aproveito aqueles bons momentos. Marquinho palmeirense doente e genioso, mas, um homem cheio de gratidão e amizade eterna por mim. Sempre me dizia o quanto prezava nossa amizade. Meu amigo, sinto muito sua partida tão precoce. Peço que Deus te receba em seus braços misericordiosos. Às lindas meninas do Marco e ao Marquinho, meus profundos sentimentos!”.

 

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