CPTM assina ordem de serviço para construção de banheiros em estação de Mogi
Está marcada para esta quarta-feira (22), às 10 horas, uma solenidade para a assinatura da ordem de serviço para o início das obras de construção dos banheiros na Estação Ferroviária de Braz Cubas, que não contava com os sanitários para o uso do público. Em dezembro passado, foi escolhida a empresa que irá executar o […]
22/02/2022 15h45, Atualizado há 54 meses
Está marcada para esta quarta-feira (22), às 10 horas, uma solenidade para a assinatura da ordem de serviço para o início das obras de construção dos banheiros na Estação Ferroviária de Braz Cubas, que não contava com os sanitários para o uso do público. Em dezembro passado, foi escolhida a empresa que irá executar o projeto. O presidente da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Pedro Moro, vem à cidade em um momento de expectativa sobre assuntos de interesse da cidade como o futuro da passagem destinada aos pedestres na rua Dr. Deodato Wertheimer, a indefinição sobre a construção da passarela prevista para a rua Cabo Diogo Oliver, e a execução dos projetos de modernização e reforma das quatro estações mogianas – Jundiapeba, Braz Cubas, Mogi e Estudantes.
Outro assunto que poderá fazer parte da pauta do encontro das autoridades é a redução da vinda do expresso turístico – de quinzenal e mensal, agora, a opção atenderá Mogi das Cruzes apenas a cada trimestre, ou seja, estão programadas apenas três viagens durante todo esse ano, sendo a primeira delas apenas em abril.
Mogi das Cruzes também pleiteia a extensão da linha do trem até César de Souza, para atender ao crescimento populacional daquela região da cidade.
Antigo
O projeto de construção dos sanitários, em Braz Cubas, era uma reivindicação antiga dos moradores e lideranças da cidade. Quem precisar de banheiro, não contava com o equipamento público. Há um banheiro apenas para funcionários que, à base da camaradagem, poderiam abrir exceção a alguns passageiros.
Após muitas cobranças, inclusive, do Ministério Público de São Paulo, o projeto foi confirmado em novembro passado com o lançamento da licitação para a obra que garantirá quatro banheiros à antiga estrutura da estação, ao custo de R$ 600 mil, segundo informado naquela oportunidade.
Leia uma das reportagens sobre a espera por esta obra em Braz Cubas
A vinda de Pedro Moro à estação de Braz Cubas, nesta quarta-feira, será uma oportunidade para políticos mogianos, como o deputado estadual Marcos Damásio (PL), tratarem desses assuntos ligados ao transporte ferroviário, que atende milhares de moradores todos os dias,e atualizarem os planos da estatal para atender o município.
A mais antiga pendência é a modernização das quatro estações, que ainda não foram adequadas ao modelo existente em todas os demais terminais da região do Alto Tietê.
Na área central, sem as obras de modernização, os mogianos acabaram ficando sem uma passagem segura e, mesmo com a construção do acesso subterrâneo, as cancelas são fechadas – dezenas de vezes ao dia, na Cabo Diogo para os mogianos passarem proque o acesso construído pela Prefeitura de Mogi das Cruzes não conta com corredor para receber os pedestres – apenas para os veículos.
A segunda passagem subterrânea foi construida, inclusive, diante da promessa da CPTM de também derrubar a velha estação, e edificar ali, um novo terminal, com a instalação de escadas rolantes e a interligação ao Terminal Central de ônibus. Para isso, o novo prédio será um pouco mais à frente do atual.
O tempo passou, Mogi construiu o Complexo Viário Jornalista Tirreno Da San Biadio, e o governo do Estado não avançou com esse plano.
No final do ano passado, a CPTM tentou fechar a passagem de nível da rua Dr. Deodato aos pedestres, o que gerou rápida reação de moradores e comerciantes. O prefeito Caio Cunha (PODE) e deputados intermediaram um acordo para que esse fechamento ocorresse em 1º de julho.
O problema é que os pedestres serão os maiores prejudicados, segundo apontam comerciantes, porque passarão a contar apenas com um acesso (na Cabo Diogo), onde não há passarela. O fechamento do acesso da Deodato já estava previsto anteriormente, e, segundo a CPTM, isso permitirá reduzir o intervalo entre os trens.