CPTM cumpre liminar e passagem para pedestre no centro de Mogi está aberta
Uma fotografia encaminhada a O Diário pelo pastor Márcio Marques, da Igreja Manancial da Fé, uma das lideranças que reprovou o fechamento da passagem para pedestres da rua Dr. Deodato Wertheimer, no centro de Mogi, mostra que a liminar obtida pela Prefeitura foi cumprida pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos desde as primeiras horas deste […]
02/01/2022 10h47, Atualizado há 56 meses
Uma fotografia encaminhada a O Diário pelo pastor Márcio Marques, da Igreja Manancial da Fé, uma das lideranças que reprovou o fechamento da passagem para pedestres da rua Dr. Deodato Wertheimer, no centro de Mogi, mostra que a liminar obtida pela Prefeitura foi cumprida pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos desde as primeiras horas deste domingo (2).
Valeria a partir de hoje a decisão da CPTM de eliminar o acesso a pedestres, sem a construção de uma passarela para atenuar a falta de passagem entre os dois lados da linha ferroviária no centro de Mogi.
Uma decisão judicial prorrogou até março o funcionamento do acesso, até que se encontre uma outra solução para garantir a mobilidade dos pedestres e os planos da estatal – com a eliminação do acesso, segundo a CPTM, será possível reduzir em um minuto o intervalo entre os trens da Linha 11, entre São Paulo e Mogi das Cruzes.
O Diário acompanha a história desde a semana passada quando comerciantes reagiram à medida, assim como ocorreu em 2016, quando a CPTM tentou – mas adiou – o fim da passagem aos pedestres.
A decisão final deverá sair de um encontro entre o prefeito Caio Cunha (PODE) e dirigentes da CPTM, no dia 7.
O grande impasse está na falta de uma passarela para atender aos moradores da região do centro e dos bairros Mogilar e Vila Industrial – que seguem sem opção segura para cruzar a linha de trem, desde a construção do Complexo Viário Jornalista Tirreno Da San Biagio, entregue em duas etapas, a partir de 2016.
Naquele ano, esperava-se celeridade no projeto da CPTM de construir uma nova estação,com a integração, por escada rolante, do acesso aos pedestres – algo que não foi feito e nem se tem, até aqui, um prazo para acontecer.