Edição de final de semana chama atenção nas bancas
Apesar de o jornal O Diário ter mudado o seu formato no dia a dia nas plataformas digitais, o leitor também receberá o exemplar físico todos os sábados com reportagens especiais sobre a cidade e as histórias dos seus personagens, com matérias mais elaboradas e atemporais. Na manhã deste sábado, o novo exemplar, expostos nas […]
24/10/2020 12h07, Atualizado há 68 meses
Apesar de o jornal O Diário ter mudado o seu formato no dia a dia nas plataformas digitais, o leitor também receberá o exemplar físico todos os sábados com reportagens especiais sobre a cidade e as histórias dos seus personagens, com matérias mais elaboradas e atemporais. Na manhã deste sábado, o novo exemplar, expostos nas bancas, chamou atenção pelas mudanças em seu projeto gráfico.
Os proprietários de algumas bancas do centro aprovaram esse formato “mais moderno”, com o aumento do número de páginas, entretenimento e muitas ilustrações para apresentação dos temas de interesse da cidade.
Na banca da Praça do Rosário, no Calçadão, a proprietária Renata Nakayama conta que para os leitores tradicionais, que vão até o local para comprar todos os dias, ela esta explicando as mudanças e mostrando como eles podem acessar o jornal online. Mas, ela entende que “é importante manter uma edição especial fisica aos finais de semana, porque além da tradição, essa é uma atender as pessoas que preferem ler o jornal físico”.
O funcionário André da Silva do Patão, no centro, explica que existe uma demanda maior do jornais aos finais de semana, por isso reforça “a importância de buscar o novo, sem esquecer o antigo”. Ele afirma que vem orientando os leitores sobre as mudanças, especialmente os mais antigos, com pouco acesso às redes sociais.
A proprietária da banca da praça Oswaldo Cruz, Milene Souza dos Santos também disse que “gostou do novo projeto”, especialmente da edição mais elaborada aos sábados, um jornal que não tem data de validade, porque poderá ser lido durante a semana.
Eduardo dos Santos, dono da banca da Praça Norival Tavares, disse que “aprovou especialmente da capa”, até porque ele mora em César de Souza e também defende a extensão da linha férrea da Companhia Paulista de Trens Urbanos (CPTM) até o distrito.