Encontro na Câmara discute ações contra instalação de pedágio
A Câmara de Mogi promoveu um encontro nesta sexta-feira (7) com representantes do Movimento ‘Pedágio Não’ para aprofundar o debate sobre os impactos negativos que a construção de uma praça para cobrança de tarifas no Km 45 da rodovia Mogi-Dutra pode provocar no desenvolvimento econômico e social da cidade. Durante a reunião, planejada pela vereadora […]
07/05/2021 19h09, Atualizado há 63 meses
A Câmara de Mogi promoveu um encontro nesta sexta-feira (7) com representantes do Movimento ‘Pedágio Não’ para aprofundar o debate sobre os impactos negativos que a construção de uma praça para cobrança de tarifas no Km 45 da rodovia Mogi-Dutra pode provocar no desenvolvimento econômico e social da cidade.
Durante a reunião, planejada pela vereadora Inês Paz (PSOL), com a participação de diversos parlamentares, o representante do Movimento, Paulo Boccuzzi, explicou de forma mais detalhada o que o plano de concessão de rodovias do Governo do Estado prevê para a região de Mogi das Cruzes, e os prejuízos da medida para toda a cidade.
Para que os parlamentares pudessem ter um entendimento melhor sobre o problema, Boccuzzi citou a reportagem feita por O Diário sobre os 10 pontos negativos que esse pedágio planejado pela Agência e Transportes do Estado de São Paulo (Artesp) pode trazer para Mogi das Cruzes. A análise do jornal foi feita com base em estudos realizados pelo próprio movimento, e sob o ponto de vista de entidades representativas de diversos segmentos do município.
“A reunião teve uma conotação didática para que a Câmara se aproprie da argumentação que vem sendo pautada a respeito de tudo que envolve o pedágio”, esclarece Bocuzzi. Segundo o representante do Movimento, o objetivo do encontro também foi estimular os vereadores a buscarem apoio dos deputados estaduais representantes de diversas bancadas do Legislativo, para unir forças contra o plano do governo.
De acordo com ele, “a resposta dos vereaodores foi muito positiva”. Boccuzzi disse que os parlamentares demonstraram bastante interessados e se dispuseram sim a buscar apoio dos parlamentares na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).
Nesta semana, o tema foi discutido em plenário durante sessão realizada na Câmara, que encaminhou uma moção de apelo solicitando que o Governo do Estado não siga em frente com esse projeto.