Estado alerta para riscos e reforça orientações para evitar disseminação da gripe
A Secretaria de Estadual de Saúde está reforçando as orientações à população para enfrentar a disseminação do vírus Influenza, causador da gripe. A principal delas é o uso correto de máscaras, que além de ser obrigatórias no Estado, protegem contra infecções dos vírus respiratórios, como a Influenza e Covid-19, além de higienização das mãos com […]
07/01/2022 17h34, Atualizado há 56 meses
A Secretaria de Estadual de Saúde está reforçando as orientações à população para enfrentar a disseminação do vírus Influenza, causador da gripe. A principal delas é o uso correto de máscaras, que além de ser obrigatórias no Estado, protegem contra infecções dos vírus respiratórios, como a Influenza e Covid-19, além de higienização das mãos com água e sabão, uso de álcool gel, manter ambientes ventilados e evitar o contato com pessoas gripadas ou resfriadas. Além disso, é importante evitar aglomerações.
Uma nova campanha de vacinação contra a gripe está prevista para o segundo trimestre deste ano, com um imunizante produzido com os vírus em circulação no momento. As vacinas já vêm sendo produzidas pelo Instituto Butantan.
De acordo com a pasta, o balanço acumulado até dezembro de 2021, aponta 2.031 casos e 71 óbitos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) por Influenza. 85% dos casos e 77% dos óbitos estão concentrados em novembro e dezembro. Durante os últimos dois meses, houve a circulação a nova cepa de Influenza denominada A (H3N2 – Darwin), identificado posteriormente à campanha anual de imunização. Conforme preconiza o Ministério da Saúde, somente casos de SRAG associados ao vírus Influenza são de notificação obrigatória no Brasil.
O governo informa que mantém 21 unidades sentinelas para auxiliar na vigilância epidemiológica dos casos de SRAG. As unidades sentinelas são compostas por unidades de saúde que monitoram constantemente os vírus da gripe em circulação e são os responsáveis pela coleta de amostras de pacientes com sintomas de doença respiratória aguda. As informações coletadas auxiliam no monitoramento do cenário da doença no Estado.
Vacinação
Em abril do ano passado, a Secretaria de Saúde de SP promoveu a campanha de vacinação e realizou inúmeras divulgações buscando conscientizar a população com relação à importância da imunização. No total, foram imunizadas 13,1 milhões de pessoas.
A cobertura vacinal entre os grupos prioritários foi de 55,5%, com 10,1 milhões de doses aplicadas, chegando a 100% em indígenas, 72,4% em puérperas, 68,1% em crianças, 65,4% em idosos, 64,9% em trabalhadores da saúde, 62,6% nas gestantes e 44% em pessoas com comorbidades. A partir de julho, após orientação do Ministério da Saúde e do Programa Nacional de Imunização (PNI), a campanha foi aberta para toda a população, e 3 milhões de pessoas fora dos grupos prioritários receberam doses.
Uma nova campanha de vacinação está prevista para o segundo trimestre deste ano, com um imunizante produzido com os vírus em circulação no momento. As vacinas já vêm sendo produzidas pelo Instituto Butantan.