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GCM de Mogi interrompe campeonato de futebol no Jardim Camila

A Guarda Civil Municipal (GCM) de Mogi das Cruzes interrompeu um campeonato de futebol no campo Água Verde, no Jardim Camila, no início da noite desta sexta (6), por problemas de aglomeração e consumo de álcool. Os agentes da fiscalização foram informados sobre o campeonato por meio de uma denúncia anônima pelo telefone 153 de […]

Por O Diário
06/08/2021 20h42, Atualizado há 60 meses

A Guarda Civil Municipal (GCM) de Mogi das Cruzes interrompeu um campeonato de futebol no campo Água Verde, no Jardim Camila, no início da noite desta sexta (6), por problemas de aglomeração e consumo de álcool.

Os agentes da fiscalização foram informados sobre o campeonato por meio de uma denúncia anônima pelo telefone 153 de moradores das proximidades, incomodados com o evento que estava sendo realizado, apesar de estar proibido neste momento de pandemia.

Quando chegaram ao local, os guardas se depararam também com cerca de 30 pessoas, muitas delas consumindo bebidas alcoólicas. Foi constatado também que o campo Água Verde não tem alvará de funcionamento. Também não respeita os protocolos sanitários contra a pandemia.

Segundo informações da Prefeitura, o departamento de Fiscalização e Posturas, notificou os organizadores do evento e manteve a proibição para a realização de eventos.

Versão

O diretor do campo da Água Verde, João Bruno Menegassi Duran, entrou em contato com O Diário para solicitar uma retratação acerca das informações divulgadas pela assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal sobre a interrupção do campeonato no Jardim Camila.

Segundo ele, no momento estava terminado uma reforma nos vestiários, visando atender as normas e protocolos contra a Covid, com a instalação de dispensers de sabonete e álcool em gel nos banheiros, para os próximos campeonatos. 

Na versão de Bruno, o campeonato citado pela prefeitura nem congresso técnico teve ainda, sem data de início prevista, e pode ser comprovado nas fotos da fiscalização. 

“Na hora da abordagem o campo estava apagado e sem ninguém dentro, no estabelecimento tinha em torno de umas 20 pessoas, e dentro, próximo ao balcão, cerca de 5 pessoas consumindo, as quais a fiscalização disse que teriam que estarem sentadas, não sabíamos a respeito de tal norma.
Fico profundamente chateado e desapontado com oque aconteceu, ficamos todo o tempo que não tivemos permissão, fechados, só reabrindo após uma permissão concedida, para acontecer isso”, ressaltou.

Ainda de acordo com Bruno, a comunidade quer ir até a prefeitura, para falar que o local é de prática esportiva e de lazer.

“Fico chateado tabém com tamanha abordagem e repercussão, daria para fazer pelo menos 3 batidas o continente mandado até lá,  para uma conversa amistosa que eu tive com o Fiscal e o chefe de guarda municipal, entendendo perfeitamente que estavam fazendo o trabalho deles”, destacou em nota. 

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